Mostrando postagens com marcador filme. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filme. Mostrar todas as postagens

"Ânimo! Cadê você?!"

Hoje é o primeiro dia, após esse tempo que eu estou sem vontade de escrever aqui. Já é tarde, e eu acabei perdendo muito tempo achando que estava atualizando o Windows do meu notebook antigo, mas, no final, ele resetou a atualização e voltou ao estágio inicial. Nessa brincadeira, perdi cerca de duas horas de vida.

Tirando isso, o dia foi produtivo. Consegui finalizar os ajustes finais nas artes encomendadas e já enviei ao cliente. Também me dediquei a me organizar para estudar para duas provas de um processo seletivo para contrato pela Secretaria Municipal de Educação de Maricá. Foi uma amiga do trabalho do Rodrigo que me mandou o Edital. Hoje, abriram as inscrições e, sem querer querendo, eu me inscrevi no primeiro dia.

Minha tia do Espírito Santo havia se hospedado na casa de um dos filhos dela, que mora aqui no Rio, mas hoje ela voltou para cá hoje. Uma prima minha também veio almoçar conosco. Foi uma manhã/tarde agradável. Modéstia à parte, eu arrebentei no almoço! Ficou uma delícia.

No momento de descanso pós almoço, assisti a mais um episódio de uma série documental na Netflix, que se chama "Filmes que marcam época". O episódio de hoje foi sobre o filme "Sexta-feira 13", mas já assisti a alguns muito bons, como "Dirty Dancing", "Uma linda mulher" e "Jurassic Park".

Depois disso, saí pela casa, gritando: "Ânimo! Cadê você?!". Acho que funcionou, porque o ânimo logo veio, e eu consegui fazer essas coisas que precisava.

Hoje, apesar das lembranças da minha mãe, e da saudade pelo espaço que ela deixou na minha vida, na casa (mas não no meu coração), foi um dia mais comum, onde minha mente conseguiu focar um pouco mais.

Para o fim do dia, fiz o jantar e pensei que não chegaria vídeo do Rodrigo, às 22h, mas teve. Que saudade que eu sinto dele! Fico lembrando dos trejeitos, vendo ele falando sobre o lugar onde está no momento em que gravou o vídeo, apontando o dedinho... kkk. Ele é alguém muito especial pra mim, vocês não têm noção. É alguém que parece que eu conheço a vida toda, e que eu espero ter comigo pelo resto da vida.

Assisti à reprise do "Que história é essa, Porchat?", com a Mari Gonzalez, Kondzilla e Polli Marinho. Foi bom pra dar boas risadas. Prestei atenção em coisas que não havia me atentado da vez em que assisti no Globoplay. Pra finalizar o dia, decidi ver ao 5º Episódio de "Os Outros", Série também do Globoplay. Nossa! Tá muito boa.

Amanhã já é quinta-feira e, cada vez mais se aproxima o dia em que vou rever meu amor. Confesso que estou um pouco ansioso, receoso pelo reencontro, pois não sei como será. Mas, estou mentalizando que devo ir de coração aberto, sem ficar pensando sobre como devo reagir mediante alguma situação. Estarei lá de corpo presente, irei observar (como sempre faço) e penso que, depois de ter visto minha mãe morta em um caixão, nada mais pode ser tão ruim.

Só vamos!

Por hoje é isso.

Douglas ;)

De tudo um pouco

Hoje é domingo. Véspera do dia dos namorados. Foi um dia comum, porém, não foi um dia ruim.

Ontem, fui dormir às 3h da manhã, porque a Rede Globo decidiu passar "Titanic" no Supercine, e eu fui para o Twitter comentar as cenas. Foi muito divertido sentir que não estava falando sozinho, que não estava assistindo ao filme sozinho. Isso é bem legal.

Normalmente, quando a gente decide assistir a um filme numa plataforma de Streaming, é pouco provável que outras pessoas também estejam assistindo exatamente aquele filme, naquele mesmo momento que nós. Especialmente pra quem adora assistir filmes repetidos (e antigos), como eu.

Minha experiência com o Twitter não costuma ser muito boa. Na grande maioria das vezes, minha sensação é a de estar falando sozinho. Mas, quando a gente vai nos assuntos do momento e encontra um assunto que nos interesse, fica mais fácil interagir com desconhecidos, porém, desconhecidos que têm interesses parecidos com os nossos. Assim, descobrimos gente legal para começar a seguir e até ganhamos novos seguidores.

Mesmo com essa boa experiência com o Twitter, eu sinto que preciso me desconectar um pouco do meu smartphone. Não é que eu fique o tempo todo conectado às redes sociais. Eu tenho conseguido ler, tenho conseguido assistir programas na TV, também tenho cumprido minhas obrigações domésticas, como preparar as refeições, lavar a louça e arrumar meu quarto. Mas, quando penso em pegar meu notebook para trabalhar nas minha devidas obrigações (citadas no texto anterior), eu acabo me desmotivando. Começo a mexer no smartphone e o notebook fica ali parado.

Apesar de ter caminhado um pouco mais no Conto, que ainda não tem previsão de lançamento, eu não estou muito motivado para me dedicar à escrita de longo prazo. Em contrapartida, estou amando essa retomada desse Blog, onde eu apenas falo sobre minhas próprias amenidades e pensamentos aleatórios.

De qualquer forma, decidi que amanhã será meu retorno ao trabalho. Vou acordar bem cedo, me organizar, como se fosse trabalhar em uma empresa (a minha) e colocar o máximo de minhas obrigações em dia. Eu preciso disso ($).

Hoje, minha cunhada (Juliana, irmã mais nova do Rodrigo) me mandou mensagem pedindo ideias de nomes para seu novo empreendimento de doces artesanais, sobremesas como cookies, brownies. Semana passada estávamos juntos e eles estavam pensando em possíveis nomes. Falei com ela que o ideal seria pensar nas possibilidades do que poderia ser usado de forma temática. Eles haviam pensado em "Doce Terapia", fazendo referência ao fato de comer doces ser algo meio terapêutico. Mas, quando falei sobre "Doce Magia", ela respondeu com um AMEI. A ideia é poder usar referências como Walt Disney e Harry Potter, para que as pessoas consumam os produtos não apenas pelo doce, mas pela imagem, por se identificarem com as personagens.

Fiquei empolgado para iniciar esse projeto, mas, preciso concluir os que já estão em andamento, antes de iniciar um novo.

Outra coisa que marcou meu dia de ontem foi ter atendido à ligação de um escritor que irá publicar o primeiro livro. Ele precisava de ajuda, orientação para saber quais caminhos poderia seguir na divulgação de seu projeto. Para mim, que sempre quis oferecer algum tipo de mentoria para quem deseja escrever e publicar seus livros, foi uma conversa capaz de trazer algum tipo de realização pessoal. Alguém estava me vendo como uma possível referência (mesmo por algumas horas), querendo aprender um pouco mais acerca de um caminho que eu já percorri.

Infelizmente, o rapaz chegou com muitas crenças prévias que iam de encontro às minhas experiências práticas. Por mais que eu tentasse explicar algumas questões relacionadas às práticas de editoras que mais se parecem com o processo de auto publicação, porém, cobrando do escritor uma quantia prévia e recebendo metade dos lucros dele pelas vendas futuras (sem qualquer garantia de apoio para que essas vendas aconteçam de forma efetiva), ele já estava com o pensamento formado e tinha certeza de que havia tomado a melhor decisão.

Em momento algum minha intenção foi convencê-lo a rescindir o contrato com a "Editora", mas mostrar a ele que há caminhos mais efetivos para receber o retorno que ele pode precisar para se manter publicando, para não se frustrar (como eu já vi pessoas desistindo da carreira de escritores por não terem conseguido o resultado que esperavam antes da primeira publicação de livro físico).

Felizmente, ele aderiu a algumas de minhas sugestões, especialmente quando eu contava com todos os detalhes sobre como havia sido minha experiência ao aplicá-la na minha vivência como escritor iniciante e independente.

Confesso que não foi uma conversa muito fluida e leve para mim, pois eu precisava ouvir muitas "certezas" dele e pensar em como eu poderia apresentar meu ponto de vista contrário, sem passar a impressão de estar discordando por discordar, por querer mostrar que sei mais (porque minha intenção não é essa). Mesmo assim, ao fim da conversa, o saldo foi positivo, pois ele relatou quais conselhos meus chamaram sua atenção a ponto de desejar usar no seu projeto.

Quem sabe, um dia, eu engaje nessa vida de agente literário e marketing editorial. Mas, eu sou muito bobo. Não consigo pensar que existem pessoas sonhando em publicar seus projetos e cobrar o preço absurdo que as agências cobram. Acabo fazendo por gostar dessa função. Me sinto útil, realizado enquanto ajudo.

Voltando a falar sobre hoje, acordei, fui para a sala, quando a fome começou a apertar, eu fui tomar meu banho e colocar uma roupinha digna de ir à rua. Até peguei meu Kindle e meu caderninho de anotações, pensando em me sentar em algum lugar, pegar um ônibus, ou apenas perceber que o lugar onde meus pais moram é péssimo, e não tem opção alguma para quem quer sentar e ler um livro. Foi exatamente a terceira opção a que aconteceu.

Percebi que havia muitos pontos de frango assado disponíveis pelas esquinas. Fui ao mercado e comprei algumas coisinhas pra um almoço digno (kkk) e passei no frango assado para comprar um. Mais uma vez, a moça que atende no caixa revirou os olhos com real satisfação e comentou sobre meu "perfume". É muito engraçado como as pessoas reagem ao cheiro do óleo essencial que eu uso, perguntam a marca, mas essa moça é a melhor de todas, porque parece que ela está sentindo as reações que o óleo promete (entre outras, ele é afrodisíaco). Enfim... Recebi um elogio pelo meu cheiro hoje, de novo.

Em casa, almocei e assisti ao "Como eu era antes de você", que a Globo decidiu passar na Temperatura Máxima. Gente! Como pode passar filmes tristes, onde os casais não ficam juntos, em plena véspera do "Dia dos Namorados"? É que a Dona Globo sabe que brasileiro gosta de sofrer. E, sim, eu sou um deles.

Deu até vontade de reler o livro. Lembrei de 2016, quando fui assistir sozinho, no cinema, ouvindo as pessoas ao redor fungando de tanto chorar.

Depois disso, meu pai chegou de viagem, trazendo minha tia. Comecei a fazer o jantar, para adiantar meu lado. Herdei o tablet que havia dado de presente à minha mãe, e tenho preferido cozinhar assistindo os canais ao vivo do Globoplay do que ouvindo a "JB FM" e a "Antena 1", como de costume. Assim, assisti ao "Domingão", enquanto cozinhava.

Minha tia gostou muito do jantar. Elogiou muito enquanto comia e até repetiu! Fiquei feliz por isso. É incrível como pequenas ações positivas têm o poder de mexer com nosso humor e autoestima.

A noite passou rapidamente. Não demorou para meu celular vibrar com a notificação de e-mail do Rodrigo.

Sim, ele ainda está fora, incomunicável. Mas, deixou alguns e-mails programados com links de vídeos, onde ele fala comigo como se estivesse falando em tempo real.

Hoje, eu chorei bastante enquanto assistia ao vídeo. Foi curtinho, mas a saudade apertou tanto! Esse tempo está sendo (e eu sei que ainda vai continuar sendo) um grande desafio pra mim. Mas, eu gosto tanto dele. É alguém que, antes de tudo, se tornou um grande amigo pra mim. Alguém que me fez olhar pra mim mesmo, ao invés de só olhar para quem está ao meu redor. Ele me faz sentir mais motivado, me inspira, sua companhia e companheirismo me fazem querer me tornar alguém cada vez melhor. E assim, a cada dia eu tenho mais certeza de que eu o amo. Como alguém que torna minha vida mais feliz, com mais significado, que me dá mais capacidade de acreditar em um futuro feliz, sem solidão.

É claro que a gente briga, que a gente se desentende, discute, mas... É nessas horas que eu tenho ainda mais certeza do quanto eu o amo. Porque sinto vontade de resolver logo nossos desentendimentos, pra gente poder voltar a sorrir junto, a conversar sobre toda e qualquer coisa, voltar a fazer o bem que faz um ao outro.

Bem... Confesso que, no início desse texto eu nem sabia sobre o que falaria hoje, mas... Acabou se tornando um texto sobre um monte de coisa.

Por hoje é isso. Espero que amanhã eu finalmente consiga retomar minhas obrigações. Eu vou me esforçar.

Douglas ;)

_________________________________________________________

Vou deixar aqui uma Playlist minha de 2016, já que me lembrei dessa época:

'Douglas' exemplar



Nunca fui muito cinéfilo. Quando criança, assistia aos desenhos de Walt Disney ('Waldisney', para os íntimos) repetidas vezes, mas quanto a filmes, eu mal tinha paciência para assistir até a metade e logo queria que terminassem. Depois que cresci, meus filmes favoritos para assistir repetidamente foram "O Diabo veste Prada" e "De repente 30", e minha sobrinha sempre me 'zuava' por sempre assistir a estes filmes quando falava que estava com vontade de assistir a algum filme.

Em maio de 2015, peguei, sem compromisso ao "Garota Exemplar" na locadora pra assistir durante um feriadão (falei sobre isso neste Post). Assisti ao filme tão sem expectativa (pensando que fosse mais um daqueles filmezinhos em que investigam o desaparecimento da moça boazinha e no final o culpado era o marido que estava ali o tempo todo se fazendo de coitadinho) que, quando me deparei com o desfecho final da história, aquele filme se tornou incrível!

Gillian Flynn
Como todo bom escritor (modéstia à parte), eu quis entender como alguém teve aquela ideia fantástica para uma história e, como a autora (Gillian Flynn) havia escrito o enredo da história sem errar no andamento, para prender o leitor assim como o filme prende o expectador. Parecia algo difícil, na minha concepção. Na Bienal do Livro no Rio (2015) eu comprei o livro da história e, desde então, venho lendo cautelosamente, percebendo os detalhes e expressões da autora. Confesso que ainda não terminei, porque não quero perder nenhum detalhe.

O fato é que declarar simpatia por essa história tem me trazido consequências nada boas na minha vida pessoal. O que me leva a refletir sobre a maldade no coração das pessoas. Pelo pouco que vocês podem acompanhar aqui no Blog, ou na minha própria vida pessoal, devem perceber que eu sou só um cara querendo ser feliz e levar a vida numa boa. É claro que tenho minhas crises e paranoias inerentes à natureza humana, mas tudo o que eu quero é o bem (o meu próprio e o das pessoas ao meu redor).

Só que alguém a quem conheci há pouco tempo, começou a observar meu jeito de ser, de agir frente a algumas situações, minha tentativa de levar sempre as coisas na esportiva e também minha forma de querer agradar às pessoas, e começou a ficar desconfiada de mim, pensando que todo o bem que eu fazia era para entrar na vida dela e fazer algo ruim. A pessoa confessou que esses pensamentos começaram a brotar na mente dela depois que eu disse que meu filme preferido é 'Garota Exemplar'.

Confesso que fiquei chateado com a situação, porque eu só estava sendo eu mesmo o tempo todo, e não é legal você estar sendo você mesmo e ouvir de alguém a quem você pensava ser amigo (AMIGO) que ela não consegue confiar em você, por desconfiar que você seja um psicopata, pelo seu jeito "perfeito" de ser.

Quem me conhece há mais tempo, sabe que eu sou um perfeccionista assumido (e insatisfeito com essa condição). Gostaria de me cobrar menos, não querer impressionar tanto, surpreender tanto, agradar tanto, mas ao mesmo tempo, os lados bons do perfeccionismo me prendem e acabam fazendo de mim quem eu sou.

O que me entristece nisso tudo não é apenas o fato da minha entrega excessiva que me fez receber essa comparação injusta em troca, mas perceber que vivemos em um mundo tão acostumado com a maldade que as pessoas estão desconfiando dos atos bondosos. A que ponto chegamos... Mas, como eu li numa tirinha certa vez, quem está errado não é quem está sendo 'trouxa' em amar, mas aqueles que não sabem receber esse amor.

Ansioso por mudanças nos nossos padrões de avaliação interpessoal.

Douglas ;)

Pra quê expectativas?


Sabe aquele desafio de vida que todo mundo tem? Então... O meu é: não criar expectativa.

É incrível como, pra tudo (eu disse TUDO), eu consigo criar as mais loucas e inusitadas expectativas. E, quando nada acontece conforme o que eu esperava, eu fico frustrado, chateado, acho que nada valeu a pena, que a espera não correspondeu à realidade... Enfim. Tudo de ruim que um ser humano possa sentir em relação às próprias frustrações é o que eu experimento quando crio expectativas a respeito de algo.

Aí fica a pergunta: "Pra quê criar expectativas, se a vida sem elas é tão melhor?!". Cara, é sério! Tenho vários exemplos disso.

Minha sobrinha, Caren, de 18 anos (sim, eu tenho uma sobrinha de 18 anos) leu "A culpa é das estrelas" (John Green) bem antes de lançar o filme, porque estava uma febre viral de TFIOS/ACEDE. Ela não gostou. Achou sem graça, ou melhor, o livro não correspondeu às expectativas (Tá vendo? Eu falei...).

Quando eu decidi ler o livro dela (por ter visto o trailer do filme que estrearia dali a alguns meses), eu li sem um pingo de expectativa. Por quê? Porque ela tinha me dito pra não esperar muita coisa do livro. O que aconteceu? Eu comecei a ler e ler, como um livro qualquer e me apaixonava mais a cada página pela Hazel Grace e pelo Augustus, a ponto de não conseguir parar de pensar neles durante os momentos em que não estava lendo o livro (contei sobre essa experiência em outro Post, mas não tô encontrando em lugar nenhum aqui no Blog).

A mesma coisa aconteceu no meu aniversário de 24 anos. Fiz planos para sair com minha família, a gente ir a uma churrascaria, ou fazer alguma coisa em casa, contando com a presença dos meus amigos mais chegados e seria uma noite agradabilíssima. Mas, não aconteceu nada conforme o esperado. No lugar disso, assistimos a um filme velhíssimo, de suspense (todos ansiosos para acabar logo). Não tinha lugar para todo mundo sentar na sala e as pessoas que vieram, apesar de serem meus amigos, não eram amigos entre si (e não pareciam estar muito a fim de se tornar amigos), o que fez com que tivéssemos um ambiente nada sociável.

Já no meu aniversário de 25, eu não planejei absolutamente nada. Estava preparado para ser um dia de agradecimento a Deus por mais um ano? Sim. Mas, nada de esperar que fôssemos sair ou fazer alguma coisa. No fim da tarde, quase noite, começaram a chegar as pessoas que deveriam estar (minha família e a família da minha melhor amiga na época, Angélica - saudade dela), coloquei minha playlist no rádio e acompanhados de um jantar maravilhoso, simplesmente desfrutamos da noite com muita conversa, risos e outras coisas boas. Mas, isso, porque eu não esperava nada daquela noite.

Não digo que com isso você precise ser pessimista. Muita gente confunde ser realista com ser pessimista. Longe disso! O ideal é permitir-se viver cada momento, sem antecipar o sofrimento, nada de ansiedade. Já dizia minha chefe: "Quem morre de véspera é peru de Natal"... Então, apenas viva e acredite que a vida pode te surpreender, especialmente quando você não ficar criando expectativas fantasiosas a respeito de tudo.

É meio difícil alguém tão sonhador não criar expectativas sobre tudo. Mas, lembra do que eu falei lá no começo? Esse é o meu desafio de vida. E eu venho conseguindo cumprir, me fazendo mais feliz a cada vez que consigo e sou surpreendido pela vida. Mas, eu digo isso em relação a coisas pequenas como uma festa de aniversário, um filme, ou a leitura de um livro, porém, quanto aos seus sonhos e projetos de vida, crie SIM muitas expectativas, pois, como diz Augusto Cury:

"Sem sonhos, a vida não tem brilho. Sem metas, os sonhos não têm alicerces. Sem prioridades, os sonhos não se tornam reais. Sonhe, trace metas, estabeleça prioridades e corra riscos para executar seus sonhos. Melhor é errar por tentar do que errar por se omitir!"
(Augusto Cury, Você é Insubstituível. Rio de Janeiro: Sextante, 2002.)

Pra finalizar, hoje foi a estréia de "Animais fantásticos e onde habitam" nos cinemas e eu confesso que, novamente, fui sem nenhuma expectativa. Olha... Só digo que foi muito especial e que eu recomendo o filme, mas... Não vá com grandes expectativas, ok?

Conto mais sobre o dia de hoje em algum outro Post.

Um abraço (sem expectativas)!

Douglas ;)

Os filmes do feriado

No Post sobre a semana em que meus pais viajaram, eu falei sobre os filmes que assisti (entre pães de queijo e edredons) no feriado da semana passada, mas não havia mencionado quais filmes foram, mas fui encorajado por um amigo blogueiro (o Antonio, a quem me referi no Post anterior), e decidi atender ao pedido dele.

Eis os filmes do feriado!

GRAVIDADE



A primeira vez que ouvi falar desse filme foi em uma referência meio idiota feita neste vídeo do "Parafernalha" (no qual, por sinal, me a-ca-bei de rir). Mas, com certeza, não foi isso que me fez querer assistir "Gravidade", e sim dois fatores indiscutíveis: Sandra Bullock e George Clooney. Pra quem não sabe, eu tenho uma relação especial com os dois, que vão além das telas do cinema. É que eles são meus amigos pessoais, na minha imaginação. kkk.. Tá. Não teve graça.

O fato é que eu já sabia que esse seria mais um daqueles filmes que a gente não precisa ler a Sinopse pra saber do que se trata, pois pelo elenco já sabemos que é bom! E esse elenco é composto pelos dois, aliás, apenas pelos dois!

Admito que não se trata de um filme pra se assistir com sono, mas a história (que acontece quase toda no Espaço) me prendeu do início ao fim. Tem até aqueles típicos momentos dos filmes que eu adoro:



1. Aquela hora em que a gente pensa que é uma coisa e descobre que, na verdade, é outra.
2. Aquela hora em que a gente perde o fôlego, gritando pra personagem na tela: "Anda logo! Corre, sua idiota!" como se ela pudesse nos ouvir (Perdão, Sandra, querida!).

Cara! Quando as "letrinhas" do final do filme começaram a subir, eu estava com um sorriso de orelha a orelha. Feliz por ter assistido a um ótimo filme (desde um bom tempo).


GAROTA EXEMPLAR


Tá! Eu admito. Sou desses que julgam o livro/filme pela capa.

Quando eu vi o cartaz de "Garota Exemplar" no cinema da minha cidade e logo entrei na livraria, percebi que se tratava de mais um da série "livros que viraram filme". Mas a capa do filme (com a foto do Ben Affleck na frente, com cara de cachorro sem dono, e o céu ao fundo em destaque) pensei que fosse uma história de ação cheia de aviões e bang-bang.

A capa original do livro era simplesmente toda preta, com uns fios de cabelo na lateral. Enfim, errei gravemente em minha "dedução", que me levou a não querer assisti-lo no cinema e muito menos ler o livro.

Achei o filme perfeito! Bem daquele jeito que eu gosto [confira os itens 1 e 2 relatados no filme anterior]. Cara! É MUITO BOM! Mas, eu confesso que ficaria um pouco muito constrangido de assisti-lo em família. A classificação é 16 anos, e tem umas ceninhas "fortes".


OZ: MÁGICO E PODEROSO

Londrina - PR, março de 2014. Foi até lá que eu viajei enquanto assistia este filme. Isso, além de viajar nas origens de uma história que marcou minha infância: "O Mágico de Oz". Viajei para lá com um grupo de amigos (Não para Oz. Para Londrina.), ficamos hospedados em um hotel ao lado de um Shopping maravilhoso, e foi em uma daquelas noites que entrei no cinema para assistir ao meu 1º filme em 3D (Ah! E o cinema lá é baratíssimo!). Isso mesmo: "Oz, Mágico e Poderoso".

O fato é que tanto daquela vez em Londrina, quanto desta última vez em que o revi, no feriado, eu adorei conhecer de novo a lógica da história de "O Mágico de Oz" - a estrada de tijolos amarelos, o castelo das esmeraldas e até da Bruxa Malvada do Oeste ("pior que a que morreu").

Esse é um filme para a família!

O melhor de tudo foi que eu ainda ganhei de Bônus, um documentário incrível sobre o envolvimento de Walt Disney com as histórias de Oz.

Outro ponto positivíssimo é que na trilha sonora do filme tem uma música, "Almost Home", que eu amo desde antes de ele ser lançado, pois a Mariah Carey (intérprete da música, e minha cantora favorita, desde criança) lançou o videoclipe no seu canal VEVO pra divulgar o filme. E foi amor à primeira ouvida!

"Almost Home" - Mariah Carey (Single)

VALENTE


Adoro filmes de animação. Especialmente quando são da Disney! Já ouço falar de "Valente" há alguns anos, mas nunca tive como assistir. Se me lembro bem, acho que já o havia alugado uma vez, mas não tive tempo/paciência pra assistir filmes e o devolvi sem assistir.

Posso dizer que, infelizmente, não valeu a espera. A história não me atraiu muito, apesar de fugir do padrão em que a princesa de apaixona pelo príncipe, falar de magia e estar voltada para laços familiares (especialmente entre mãe e filha) - coisas que, naturalmente me atrairiam -, achei que deixou um pouco a desejar.

Um ponto que observei é que eles colocam a história que faz a gente entender o filme nos Extras do DVD. Cara, seria o mesmo que terem posto "O conto dos três irmãos" apenas nos Extras ao invés de no decorrer do filme do Harry Potter e as Relíquias da Morte. Conseguem entender?

Mas, as crianças lá de casa costumam gostar desse filme.

"O conto dos Três irmãos" - Harry Potter e as Relíquias da Morte

DE PERNAS PRO AR



Esse filme eu ganhei de brinde por ter alugado os anteriores e confesso que não sou muito fã de filmes que tratam de sexo do jeito que este faz. Sério, eu não consigo achar muita graça. E por isso, eu talvez não tenha gostado tanto. Ou então, pelo motivo de tê-lo assistido com muitas expectativas, pois uma amiga que assistiu disse que tinha se a-ca-bado de tanto rir, e eu esperei que o mesmo acontecesse comigo.


E, cara, depois de "Loucas pra casar", que também tem como protagonista a Ingrid Guimarães (que está dando mais certo depois que se "separou" da Heloísa Perissé [apesar de eu gostar das duas {separadas, é claro}]), é um filme sem comparação, que quase me matou de tanto rir, com aquela atuação da Fabianna Karla (e demais atores do elenco) e que, com certeza, vai ser difícil superar. O "De pernas pro ar", infelizmente, não chegou nem aos pés.




Foram esses os filmes que eu assisti.
Espero atualizar minha lista de desejados logo e ter paciência para ver novos lançamentos ao invés de procrastinar aqueles que eu quero assistir, mas não assisto.

Até mais ver!

5/6

A quinta-feira amanheceu ensolarada, mas eu não vi. Acordei à tarde, quase na hora do almoço (vida de desempregado é assim). Havia ficado até muito tarde no bate-papo com minha sobrinha, Caren (de 15 anos), bolando planos e estratégias para conseguir assistir “A Culpa é das Estrelas” na estreia. No site do shopping da minha cidade não havia sequer sinal dele, e o segundo cinema mais próximo fica num lugar onde eu não sei ir e voltar de ônibus (não me arriscaria nem sozinho, muito menos com uma adolescente sob minha responsabilidade). Fomos dormir após o veredicto final de minha irmã (a mãe dela). Ela achou arriscado nos levar de carro devido ao horário (afinal, moramos no Rio de Janeiro), pois a sessão a qual eu poderia assistir começava às 22:00h e terminaria pouco após a meia-noite no tal cinema.

Assim que acordei naquela quinta-feira tão aguardada (5/6), liguei para o cinema da minha cidade como última esperança e fui informado de que o filme estava SIM em cartaz e que eu poderia comprar o ingresso antecipadamente pelo ingressos.com. Iupi! Ainda bem!! Afinal, pela Internet é a única forma de comprar ingressos usando o Cartão de Crédito (repetindo: estou desempregado). Mas, aquilo estava bom de mais para ser verdade. O fato é que o Site do Shopping estava com problema e não estava aparecendo no ingressos.com.

E agora? Como faria para comprar ingressos sem grana? Foi quando, de repente, recebi uma ligação (aquela ligação que muda a vida da gente – #exagero). Era o pai da minha sobrinha dizendo que havia depositado uma quantia para mim, de um livro que ele comprou de mim, há séculos. Era pouco mais que o suficiente para comprar o ingresso. Só tinha um problema: como garantir ingressos para as 21:45h (horário da última sessão no cinema da minha cidade)? Segundo expectativas, haveria uma disputa acirrada por ingressos, afinal, era A GRANDE ESTRÉIA de “A Culpa é das Estrelas”, e eu tinha um compromisso até as 21h.

Para minha alegria, minha sobrinha mais velha (Camila) disse que iria ao shopping por volta das 16h e que poderia comprar o ingresso para mim, mas houve uma mudança de planos e ela não foi. Por fim, eu desisti de ir à estreia de “A Culpa é das Estrelas”.

Iria ao meu compromisso e me conformaria em ter esperado tanto tempo em vão pelo dia 5/6, pois seria só mais um dia, o dia de uma estreia a qual eu não fui.
Foi aí que, de repente eu pensei: “Não! Eu preciso arriscar! Preciso correr até o shopping e, pelo menos, tentar comprar o ingresso para a estreia! Se não tiver eu volto pra casa, mas com a certeza de que ao menos tentei!”.

“EU VOU” – decidi.

Como eu voltaria de lá tarde, caso houvesse ingresso, preferi não levar a Caren, mas, quando eu ia saindo rumo ao shopping, minha irmã (a mãe dela) perguntou:

– Douglas, você vai ao cinema?
– Vou. – respondi.
– Você podia levar a Caren. – ela pediu.
– Não dá. É que... Eu vou voltar de lá tarde e fico com medo. Pode acontecer alguma coisa, sabe? – falei em tom de explicação.
– Eu levo vocês de carro.
(Aqui vocês imaginam minha cara)
Enfim, fomos.

O plano era: se não houver ingresso, a gente volta e vai embora.
Descemos do carro correndo e nos preparando psicologicamente para a fila quilométrica que nos aguardava, mas... Não havia fila alguma!

Compramos nossos ingressos e liberamos minha irmã para ir embora, mas ela disse:

– Eu venho buscar vocês. Bom filme!
(Aqui, novamente, vocês imaginam minha cara)

Esperamos poucos minutos até nos sentarmos nos melhores lugares da enorme sala de projeção (ocupada por cerca de 15 pessoas), para visualizar o que antes era mera imaginação. Cada cena, cada fala, cada personagem. Era tudo tão perfeito. Tão especial. Combinamos de não olhar um para o outro nas cenas que (com certeza) nos fariam desidratar de tanto chorar. E cumprimos o combinado. Era como ler o livro novamente. Reviver (e rechorar) cada momento.

Na verdade, tenho pouco a dizer sobre o filme. Só sei que valeu a pena cada dia de espera, pois era tudo o que eu imaginei.

Quando saímos do cinema para esperar o carro vir nos buscar no horário combinado, nos pegávamos em silêncio, pensando. Eu sabia que ambos estavam pensando no filme que havíamos acabado de assistir. Era inevitável. Bastava olhar o céu estrelado acima de nós, tudo nos fazia lembrar.

Acho que por isso só hoje estou conseguindo escrever esta postagem. Precisei de todos esses dias para unir as letras, formar palavras, unir as palavras até formar frases e, por fim, escolher cada palavra e cada frase que formariam este texto. Pois ele deveria ser para mim tão especial e inesquecível quanto foi (quanto é, e sempre será) “A Culpa é das Estrelas”. Uma história que para mim tem a obrigação de ser eterna.


Nota: A foto não ficou muito boa, mas foi o melhor que eu consegui.