Tinha tudo pra ser igual... Mas foi diferente.

Eu sou daqueles que acreditam que você coloca sua energia naquilo que faz. Uma pessoa que faz algo por obrigação, cheia de reclamação e maus fluidos dentro de si deposita coisas ruins naquilo que está fazendo. Alguém que faz algo com carinho e cuidado compartilha o bem que há dentro de si através daquilo que foi objeto de sua dedicação e de seu tempo.

Hoje, cheguei do trabalho após um dia bem corrido (como todos os meus dias de trabalho têm sido atualmente) e novamente fui recebido pela minha mãe sentadinha no sofá da sala, assistindo às suas novelas. Minha mãe já está na fase de um merecido descanso devido ao tanto que trabalhou, mas eu sinto que assumir essa posição de passividade diante da televisão não faz bem pra ninguém, inclusive para ela.

Ela adora acompanhar uma novela após a outra e, quando dá por si, já são oito da noite e ela se culpa por não ter feito nada. É uma rotina diária.

Me lembrei de que, antes de ela se render às histórias das "Novelas da Tarde" do SBT, eu chegava em casa lá pelas 18:30h e era recebido com aquele cheirinho maravilhoso de comida bem feita sendo preparada. Há algum tempo que eu venho percebendo que ela tem improvisado nas refeições de tal forma que eu não tenho sequer sentido vontade de levar almoço para o trabalho, preferindo comprar na rua.

Ao ver aquela cena, senti muita vontade de falar com ela sobre aquilo. Com carinho, cheguei perto dela e perguntei: "Posso te dizer uma coisa?", ela assentiu e eu prossegui: "O momento da refeição é quando toda a família se reúne em volta da mesa para compartilhar coisas boas. A senhora se lembra quando fazia o jantar com tanto carinho e a família toda ficava na cozinha conversando? Isso une a família.". Antes de me retirar, eu pedi para que ela refletisse sobre aquilo, e ela o fez, mas continuou ali assistindo a novela.

Enquanto isso, eu pensei sobre o que gostaria de comer e me lembrei que há pouco tempo fomos a um restaurante e minha irmã do meio falou que há muito não comia filé de frango à parmegiana, mas naquele dia pedimos pizza. Comprei o que precisava para completar o que já tinha em casa e tentar fazer a receita do filé.

Fui até a sala, puxei minha mãe do sofá e ela se levantou prontamente, pois teria um ajudante na cozinha (EU!). Comecei a picar os temperos com carinho e ânimo quando, de repente, minha irmã ligou para o meu pai (aquela mesma do restaurante). Eu pedi para que ele a convidasse para jantar conosco, mas não foi necessário, pois ela já estava chegando na minha casa.

Minha sobrinha de nove anos  pediu pra ajudar nos preparativos e eu deixei que ela colocasse os ingredientes na panela e me ajudasse no que fosse mais viável. Enquanto íamos fazendo a receita, involuntariamente as pessoas começaram a se reunir em volta da mesa para conversar, rir, desabafar, aconselhar, compartilhar coisas boas umas com as outras. Durante todo o tempo eu participava da conversa e abraçava minha mãe perguntando se ela estava feliz por ter um ajudante. (É incrível como ela não se importa nem um pouco que eu a "agarre" quando ajudo em alguma coisa! Ela fica tão boazinha [risos]). Ela disse que estava muito feliz e eu confirmei dizendo que nós formamos uma ótima equipe.

Quando o jantar ficou pronto, eu cheguei a dizer que quando eu mesmo cozinho perco o apetite, mas foi só dar a primeira garfada no filé que eu arregalei os olhos e viajei no tempo até os meus 10 anos de idade, quando, na "Quinta da Boa Vista" - um parque florestal do Rio de Janeiro -, eu comi pela primeira vez aquele prato e fiquei apaixonado! Tão apaixonado que minha irmã também se lembra até hoje do meu encanto naquela época. Eu tive que falar: "Gente! Não é porque fui eu quem fez, mas está MUITO bom!". Todos concordaram. Foi aí que minha irmã mais velha falou: "Quando você faz as coisas com carinho, fica gostoso porque você deposita ali o seu sentimento".

Precisa falar mais alguma coisa, gente?!

Eu só fiquei pensando o quanto essa noite poderia ter sido diferente... Se eu me conformasse com o revirado que minha mãe faria (por causa da novela), se tivesse feito um lanche e ido pro meu quarto ver filme (como pensei em fazer), ou se eu simplesmente criticasse minha mãe, mas não tentasse ajudá-la de alguma forma.

Enquanto a gente cozinhava, eu chamei minha mãe pra perto de mim e falei: "Olha só para a mesa... Seus filhos felizes, reunidos, conversando sobre coisas boas. Há quanto tempo não acontecia? Tá vendo como isso é importante?". Dava pra ver que ela estava feliz pelo olhar!

Foi uma noite especial. E eu me senti bem mais vivo! Quanta diferença uma simples atitude pode fazer não só na sua vida, mas na vida das pessoas ao seu redor.

Poderia tirar tantas conclusões sobre esse jantar inusitado... Mas prefiro ficar com ele na minha memória e agradecer a Deus por poder viver momentos como esse com minha família. Momentos tão simples, mas que precisam ser valorizados e eternizados enquanto os temos. Não quero, nem posso ser daqueles que só valorizam as coisas que perdem.

Meu dia de hoje está acabando ao som dos cantores maravilhosos do "The Voice", no Canal Sony e o clima (entre mim e eu mesmo) está tão especial que eu senti muita vontade de contar aqui no Blog. Quero muito ter oportunidades pra voltar a ajudar minha mãe, pois ela merece e toda a minha família PRECISA de mais e mais momentos assim.

Um abraço.

Douglas ;)

Unhas, Capas e Sobrinhas...

Tudo começou aos quatro anos de idade, quando eu estava na igreja com meus pais e algo me chamou a atenção: uma pessoa roendo as unhas.

Achei curioso o fato de um adulto estar com o dedo na boca. Nem eu que era criança fazia mais aquilo! O que ele estaria fazendo? Coloquei meu indicador na boca para ver se faria sentido, e nada. Continuei observando aquela pessoa e vi que ela arrancava as unhas com os dentes e as lançava fora com uma cuspida discreta. Fiz o mesmo uma vez, e outra, e mais uma, e mais uma. Desde então, não uso cortador nas unhas (das mãos, é claro!), pois elas estão sempre bem curtinhas (e minha boca cheia de germes e bactérias).

Nem eu, muito menos aquela pessoa (que eu sequer conhecia) imaginávamos que esse mau hábito me seguiria até os vinte e cinco anos de idade.

Aos catorze anos, fui proibido pelo médico de assistir televisão por longos períodos de tempo (mas isso não tem nada a ver com o hábito de roer unhas, ok?). Como a proibição veio durante as férias de Janeiro e eu era MUITO viciado em televisão, meus dias se tornaram um tédio e minha fuga foi pegar revistas (as "Capricho" da minha sobrinha eram as melhores de todas!) e recortar as figuras com as quais eu mais me identificava. Era quase um "Poema Dadaísta", porém com imagens ao invés de palavras.

Revista Capricho - Fonte: heycarpediem.com/

***
(Pode pular essa parte, se quiser)

Para fazer um poema dadaísta 

Pegue um jornal
Pegue a tesoura.
Escolha no jornal um artigo do tamanho que você deseja dar a seu poema.
Recorte o artigo.
Recorte em seguida com atenção algumas palavras que formam esse artigo e meta-as num saco.
Agite suavemente.
Tire em seguida cada pedaço um após o outro.
Copie conscienciosamente na ordem em que elas são tiradas do saco.
O poema se parecerá com você.
E ei-lo um escritor infinitamente original e de uma sensibilidade graciosa, ainda que incompreendido do público.

(Tristan Tzara)

***

Enquanto recortava eu relaxava minha mente e viajava imaginando as histórias que poderiam existir por trás de cada imagem. Vários enredos se formavam com possíveis desfechos enquanto ia cortando e imaginando o contexto dos desenhos e fotografias das revistas. A princípio, as figuras recortadas ficavam soltas, até que tive a ideia de fazer capas para meus cadernos. Ficavam parecidos comigo (ou seja, lindos! kk), e meus amigos (na verdade, minhas amigAs) gostavam tanto que me pediam para fazer para ele(a)s. Já tive váááários desses cadernos, desde então.

Minha escrivaninha com minha bagunça

Destaque para o Fichário que customizei com meus recortes de revista


No último sábado eu não consegui dormir. Teria uma reunião de trabalho logo pela manhã (Sim. Em pleno sábado... [mas fui eu que marquei]) e fiquei tão envolvido nos preparativos que decidi virar a noite. Após a reunião, cheguei em casa, almocei e adormeci pesadamente. Quando acordei, por volta das 19h, minha sobrinha de nove anos me viu saindo do quarto e correu para pegar o caderno dela. Ela queria me mostrar o que havia feito: "Tio Douglas, eu fiz a capa do meu caderno igual à do seu! Peguei as figuras, cortei e colei."

O meu lado tio ficou radiante com aquilo! Tinha ficado muito bonito mesmo. Não falei só pra agradar. Aliás, quem me conhece sabe que eu não costumo dizer nada só pra agradar (risos). Foi algo muito inesperado mesmo! Em momento algum eu havia percebido que ela, mesmo sendo tão pequena, me observava criando as capas dos meus cadernos e pensava em fazer um para ela. Ao mesmo tempo que aquilo me deixou emocionado, me levou a refletir.

É interessante descobrir o quanto você pode influenciar alguém pelo exemplo, até mesmo sem perceber. O fato é que nós sempre corremos o risco de estar sendo observados. Mas, não digo isso no sentido de ficarmos neuróticos, como se em um grande julgamento nossa vida toda pudesse ser exibida em um telão diante de toda a humanidade (como eu acreditava, quando era mais novo). Me refiro ao fato de que (quer você queira, quer não) você é uma influência para alguém. E isso pode ser bom ou ruim. Só depende de você.

Você pode estar influenciando alguém a fazer uma capa de caderno com colagens ou a roer as unhas pelo resto da vida. Pode estar influenciando alguém a prosseguir ou a abandonar seus sonhos. A ter esperança ou a desistir de viver. E como isso pesa! Um peso de responsabilidade pelo simples fato de estar sendo você mesmo. Complicado, né?! Também acho.

Agora há pouco, pedi a minha sobrinha de 10 anos para escrever uma mensagem na minha agenda (Sim. Estou resgatando o hábito dos anos 90) e olha só o que ela escreveu:

"Tio Douglas, (...) você é um tio que serve de exemplo para muitos de seus sobrinhos, inclusive para mim. Você (...) me ensinou muitas coisas. Por exemplo: a gostar de Harry Potter, me ensinou um pouco de inglês e muitas outras coisas. Eu agradeço a Deus por sua vida e pelo tio que você é! Te amo!"

E assinou com o apelido que eu uso para chamá-la (cada sobrinha tem o seu).

Diante de tudo isso que conversamos, só posso chegar a uma conclusão: É chato ter que pensar sempre no outro? Sim. É uma sensação de abnegação contínua. Mas... Vale a pena abrir mão do nosso próprio ego de vez em quando, contar até dez, respirar fundo e pensar no que nossa atitude de hoje estará reproduzindo na vida de quem nos observa.

"NÃO DESISTA!
Alguém está se inspirando em você."


Foi a frase simples que li por acaso, mas que me encheu de força pra enfrentar as duas últimas semanas.

Já dizia nosso amigo Confúcio: "A palavra convence, o exemplo arrasta". E como é bom começar a colher os (bons) frutos que o exemplo, a influência nos proporcionam! É a sensação de missão cumprida. Afinal, com que finalidade passamos por essa vida, se não marcarmos a vida das pessoas que nos cercam com coisas boas? E isso vale para todos os âmbitos da vida.

Bom, é isso.

Douglas ;)

Meme da Adelita

Fui indicado pela Adelita Siqueira, do Blog “A Vida é uma Consthancia”, para responder a este Meme. Já deixo registrado que me senti muito feliz com a indicação. É uma forma de reconhecimento do meu “trabalho” como blogueiro.

1. Como surgiu o seu Blog e explique como escolheu o nome.
Surgiu pois perdi o domínio do meu Blog anterior (“Gota de Nanquim”), e diante da necessidade que tinha de manter um Blog, criei este.
O nome “O Pierrot Mal Amado” veio da minha identificação com a personagem melancólica que, sensível, sofre por amor enquanto sua amada ama a outro. A maior fonte de inspiração veio da música “Colombina”, do Ed Motta.

2. Sobre o que mais gosta de escrever?
Gosto de contar coisas que aconteceram comigo, seja recente ou de muito tempo. Inclusive, acredito que sejam as postagens que as pessoas mais gostam de ler. Dizem que eu conto bem os fatos.

3. Tem algum Site favorito?
Sim. O da Quartel Design, por incrível que pareça, sempre me inspira.

4. Admira a beleza de alguém em especial?
Acho tanta gente bonita. Até gente que normalmente ninguém acha bonito (a). Mas, acho que sou meio narcisista. Sofri tanta rejeição ao longo da minha infância, que hoje quando me olho no espelho e vejo a mim mesmo, sendo capaz de admirar minha própria beleza, eu agradeço a Deus por isso. Creio que seja eu mesmo essa pessoa especial a quem admiro pela beleza.

5. Suas qualidades (pelo menos três).
Organizado (eu tento).
Alguém de palavra.
Sincero/Verdadeiro.

6. Seu maior sonho.
Ter um ministério próspero através da música, com pessoas que acreditem nos mesmos ideais que eu, a ponto de viver integralmente por eles, viajando pelo país e pelo mundo atendendo a chamados de pessoas que precisam de ajuda. Isso, mesmo que eu não seja reconhecido na mídia. Quero estar sempre cheio de Deus, no Centro da Vontade d’Ele.

7. O que gostaria de ganhar de presente hoje?
Inspiração para compor uma música que eu não acreditasse que fui eu quem compôs.

8. O que te deixa feliz?
Perceber que sou realmente especial para alguém a quem eu considero especial. Ver que não estou amando sozinho, que aquela amizade vale a pena.

9. Um lugar incrível que conheceu.
Foz do Iguaçu – Paraná.
O lugar é incrível, mas creio que não teria sido igual sem as pessoas que estavam lá comigo (meus amigos de CTMDT 2008/2009).

10. Cor preferida para roupa e cor preferida para decoração.
ROUPA: Azul e Branco.
DECORAÇÃO: Azul e Branco.

11. Eu sou...
Douglas Rodrigues de Oliveira. (E mesmo que me definir como meu próprio nome possa parecer algo bobo, para mim tem um significado muito forte, pois descobri minha própria identidade e passei a me amar como sou).

Renascer das Cinzas




Nunca imaginei dizer que a vida que vivo hoje foi a que eu escolhi, mas as adversidades do mês passado me levaram a refletir tanto (mas, tanto) na vida, que concluí: foram minhas próprias escolhas que me trouxeram até aqui. Cada caminho (escolhido por mim) me levou a ser quem hoje sou. E, mesmo que eu (ainda) não seja quem sempre quis ser, sou a melhor versão de mim, sou o melhor que posso ser.

Apesar dessa certeza, de vez em quando a vida me leva a questionar se o que estou fazendo de meu tempo aqui vale realmente a pena. Se vivo ou simplesmente existo.

Infelizmente não é fácil me deparar com a falta de um ombro amigo, a necessidade de ter alguém por perto (mesmo que em silêncio, mas por perto), a insegurança por não ter uma mão para segurar (ou que segure a minha), o medo de estar sozinho, no escuro.

Desde cedo, aprendi que o que é bom dura pouco e ninguém precisou me ensinar que os momentos ruins (de crise existencial, morte, dor, vazio) sempre fazem o favor de durar nada menos que uma eternidade.

Mas o fato é que não posso medir a vida por esses momentos. Não posso pensar que o Sol nunca mais vai voltar, ao me deparar com um dia nublado. Ou que a brisa revigorante da primavera foi nada mais que um sonho, só porque hoje tudo o que sinto é o frio cortante do inverno gelado.

Diante dos momentos difíceis da vida, onde parece que irei morrer, preciso ver adiante, com esperança refletida no olhar. O que preciso, todos os dias, é renascer. Dar a mim mesmo uma nova chance de ser feliz, de ser quem sou. Renascer sempre! Nem que seja à partir de minhas próprias cinzas, todas as vezes que sentir o vazio e a escuridão da dúvida se apoderarem de mim, querendo me matar de dentro pra fora. Mesmo que para isso seja necessário gastar minhas últimas forças, não posso me render! Morrerei lutando, porém, tendo a plena certeza de que reencontrarei a vida, enquanto dentro de mim renascer também a esperança.

Tudo tem seu lado ruim


Conforme os dias de Agosto vão se passando eu vou me inspirando para escrever os Posts diários do BEDA, eu comecei a perceber que ele tem dois lados: um bom e um ruim (não o Blog, o BEDA). Decidi que seria justo usar este Post como uma forma de "desabafo", pois os pontos negativos estão entalados aqui, mas não quero ser daqueles chatos que só veem o copo meio vazio, então, decidi falar sobre os pontos positivos também (porque eles existem), e não, não vou desistir do BEDA pois estou adorando minha própria experiência com ele.

O LADO BOM DO BEDA

Entre as coisas boas que estão acontecendo no BEDA está o fato de que eu tenho me auto desafiado todos os dias e percebi que sou capaz de me organizar para escrever um texto por dia, se eu tiver força de vontade. Tem sido um desafio mesmo! Mas, cara, a gente já está no sexto dia e eu tô conseguindo!

O LADO RUIM DO BEDA

Fico triste quando vejo que tem amigos que começaram com a corda toda, mas que não conseguiram cumprir um dia e acabaram "jogando a toalha", especialmente quando eu havia me programado para acompanhar as postagens deles.

O LADO BOM DO BEDA

Meu Blog favorito (de todos os tempos) não é nenhum daqueles cheios de recomendações que imitam aquelas revistas teen, dando dicas e tal. Eu gosto de Blogs que falem de pessoas reais, em vidas reais, que contem histórias do cotidiano e falem sobre gostos pessoais de forma pessoal. Eu sei que ainda não chegou o dia de fazer indicação, mas eu preciso dizer que o melhor lado do BEDA é que meu Blog favorito está sendo atualizado pela dona (peladona??) todos os dias. Pra quem quer saber qual é, eu digo, pois vale a pena conhecer o "Minha vida como ela é", ou o "Blog da Analu", como eu costumo chamar. A Analu (ou Ana Luisa Bussular) é uma pessoa muito querida e eu adoro ler tudo o que ela escreve. Sou um fã, de verdade.

O LADO RUIM DO BEDA

Tem uma galera aí que enche tanto linguiça que começa a publicar uns Posts sem conteúdo, sabe? Só pra dizer que postaram naquele dia e conseguiram cumprir o desafio do BEDA. Aff! 

O LADO BOM DO BEDA

Outra coisa boa que o BEDA tem me trazido foi escrever para mim mesmo. O fato de saber que não haveria comentários muito consistentes por parte dos visitantes fez com que eu escrevesse pelo prazer da escrita e não para ganhar comentários ou visitas.

O LADO RUIM DO BEDA

Como eu entrei no BEDA através de um Grupo do Facebook do qual faço parte (o ROTAROOTS), temos uma planilha online, onde relatamos os links para o Post do dia. Isso faz com que nosso Blog fique acessível a todo tipo de pessoa, mas não é esse o lado ruim. O lado ruim é que essas pessoas (obviamente) também estão participando do BEDA e (diferente de mim) ávidas por visitantes/comentários em seus Blogs, daí, comentam qualquer coisa nas minhas postagens. Sabe aquela galera que faz uma meia "leitura dinâmica", ou vê as imagens do Post e comentam um "Oi"? 

Eu não vou ser falso, eu retribuo as visitas aos Blogs que comentam aqui, mas só comento os que me interessam, exatamente pra não ter que ficar "enchendo linguiça". Quem lê meus comentários vê que eu só comento quando realmente tenho algo a acrescentar. Prefiro ter um Post com ZERO comentários do que um cheio de comentários inúteis (#ProntoFalei!). Poxa, a gente tem uma trabalheira danada pra dar nosso melhor aqui nas postagens e vêm comentar qualquer coisa?! Dá um tempo! Por favor, não se dê ao trabalho de comentar. (Beijos).


O LADO BOM DO BEDA

Conheci poucos Blogs novos, mas os que conheci e gostei, com certeza serão eternizados no meu Blogroll! Sabe aqueles que você visita e todo dia tem coisa boa? (Tipo o da Analu). No fim de semana eu indico o que mais gostei.

O LADO RUIM DO BEDA

Eu deixei minha vida profissional bastante de lado (que minha chefe não leia este Post) pra ficar escrevendo, lendo blogs alheios, pesquisando, comentando, enfim... E, como todos os Blogs da planilha estavam postando todos os dias, uma vez que a proposta do projeto é exatamente essa, eu não pude acompanhar todos como gostaria. Infelizmente.

O LADO BOM DO BEDA

Por fim, o lado bom do BEDA é que eu tô adorando! Tô até conseguindo conciliar com o trabalho já.

Até amanhã!


Natal em Agosto?

Eu sei que ainda estamos em Agosto, mas eu estou no maior climão de Natal. Parece loucura, né? Eu também acho. Mas, não está sendo de propósito.

Tudo começou na casa da minha irmã, em Santa Catarina, quando fui visitar o Noah.

Minha sobrinha Caren, de 16 anos, nunca tinha ouvido falar do Dubsmach (Meu Deus! Em que mundo ela vive?!) e, depois que baixou os app no celular, a gente fez uma dublagem desta cena. Pra piorar, à noite a gente decidiu assistir "Meninas malvadas" pela milésima vez.

"Mas o quê 'Meninas malvadas' tem a ver com Natal?", você pode ter perguntado. Por nada além de uma apresentação tosca de "Jingle bell rock" que as meninas fazem vestidas de mamãe Noel (kkk... Nada a ver!)


O caso é que depois do filme eu comecei a sentir muita (mas, muita) vontade de ouvir música de Natal, com sinos, pandeirolas (ou seja lá o nome que aquele instrumento tem) e vozes em coro. Apesar de ouvir todos os demais álbuns da carreira da Mariah, eu nunca havia escutado nenhum de seus CDs de Natal, a não ser uma vez ou outra a famosíssima "All I want for Christmas is you"

Entrei no Spotify e dei de cara com o segundo álbum de Natal da carreira dela "Marry Christmas II you" e não consegui passar da primeira música ("Oh Santa!"). Achei tão ótima que coloquei pra repetir, repetir e repetir...  Logo baixei a "All I want..." e, apesar de não ser Natal, foi assim que entrei no clima natalino.



Em Abril do ano passado eu entrei numa livraria e comprei quase todos os livros que eu queria. Fiz uma fila de qual seria a ordem de leitura e a cumpri quase fielmente, exceto por um. "Deixe a neve cair", era um livro que eu queria ler em época de Natal. Coisa da minha cabeça, mas eu queria estar no clima pra desfrutar o melhor daquela leitura. Contudo, o Natal chegou e quem disse que eu estava a fim de ler esse livro? Entrei em uma ressaca literária profunda e ele ficou completamente encostado no meu armário.


Só que essa semana eu perdi (dentro de casa, acreditem!) o livro que estou lendo - "O menino do pijama listrado") - mas, como a ressaca literária passou e eu estava com muita vontade de ler um livro, tive que partir para outra leitura. Aproveitando o espírito natalino, não pensei duas vezes e resolvi lê-lo. Até que eu tô gostando...


Ontem, acessei este Blog, que trazia um Post (super fora de época, como este aqui) que falava sobre tipos de presente que não se deve dar em "Amigo oculto". Na lista estavam os seguintes itens:

  • Sabonete;
  • Perfume;
  • Chocolate;

Realmente, cara! Sabonete é um presente tão perecível e baratinho pra se dar de "amigo oculto"... Perfume é algo tão pessoal pra se dar de presente (a não ser que você conheça o gosto da pessoa) e chocolate a gente come e lá se foi o presente! Aliás, é Natal ou é Páscoa?

Eu não pude deixar de incluir naquela listinha os presentes que eu acho que ninguém deveria ganhar em "amigo oculto". São eles:
  • Potes de cozinha;
  • Roupa (igual ao perfume, acho que gosto é muito pessoal - já ganhei várias roupas que nunca usei);
  • Chinelo (uma vez eu ganhei um chinelo tão estranho - pareciam duas pranchas de surf - e ainda tive que usar pra agradar quem me deu);
  • Meias (é frustrante. Já ganhei de aniversário).

Pra completar a doideira natalina, ontem, voltando do trabalho eu vi pendurado na frente de um caminhão, um Papai Noel de pelúcia. Lembrei do dia em que eu estava tranquilamente fazendo as compras de Natal com meu pai e fui surpreendido quando olhei para a rua e vi uma pequena frota de caminhões de Natal da Coca-cola e fiquei rindo igual criança. Desde pequeno eu assisto, na televisão, os comerciais onde o Papai Noel desenhado atrás do caminhão pisca pro garoto. Fiquei emocionado, na hora.

Por fim, todo esse clima natalino que está me cercando, me levou a refletir sobre uma coisa: "E se fosse Natal todo dia?". A princípio, eu pensei que logo perderia a graça, pois se desgastaria com o passar do tempo. Mas, por outro lado, parece que no Natal as pessoas tendem a dizer o que elas gostariam de dizer ao longo de todo o ano, elas tendem a estar ao lado das pessoas que mais amam, a se reunir em volta de uma mesa para sorrir e deixar de lado as diferenças. Depois de um suspiro bem fundo, pensei: "Quem dera, se todo dia fosse Natal!".

Feliz Natal!




Não era pra ser um desabafo - BEDA #1

Não tô legal.

Pensei que logo no primeiro dia de fazer as indicações da Semana 1 do BEDA, eu estaria transbordando amor e generosidade, mas o quadro que se apresenta na realidade é o de um Douglas com o sono totalmente atrasado que teve que trabalhar de manhã em uma reunião a qual ele teve que planejar (e trabalhar para que tudo desse certo, ao longo de toda uma semana), e depois da tal reunião, tive que ir direto pro finalzinho da aula na Pós.

Cheguei a tempo de fazer a avaliação final e mandei uma letra na professora, pois apesar de ter faltado à primeira aula (por estar em Santa Catarina) e ter chegado praticamente no final da aula de hoje (por estar trabalhando), na aula em que eu compareci eu dei o melhor de mim, como teria dado se estivesse presente em todas. É claro que eu aproveitei as explicações da professora para atualizar o Blog e visitar a todos os Blogs que eu gosto (Cara, fala sério! Aula de 8h da manhã às 17h!) mas, tirando isso, eu prestei atenção e atingi o objetivo da disciplina. Quando ela perguntou quanto eu deveria tirar, eu respondi na lata: Dez! E não estou com nenhum peso na consciência... E o fato de eu estar escrevendo isso aqui não significa nada. Nada mesmo. rs!

Amanhã tem mais um monte de coisa pra fazer, ou seja: não haverá final de semana. O que me consola é saber que no dia 25 de Agosto tem feriado municipal aqui onde eu moro e eu poderei descansar, finalmente. Acho que foi por isso que hoje foi a primeira vez, desde que aceitei o desafio, que eu pensei em desistir do BEDA (Confesso). 

Mas, o Post de hoje não é pra ser um desabafo, e não será!

Eu fiquei feliz pra caramba hoje. Enquanto fazia a tal avaliação proposta pela professora, aproveitei o sinal aberto da universidade pra ver meus e-mails e, como eu recebo os comentários do Blog por e-mail, eu vi que havia mais um comentário e fui retribuir a visita para ver se o Blog de quem comentou me seria interessante. Quando acessei, tive uma surpresa, porque O MEU BLOG estava nas indicações na Postagem de hoje daquele Blog! Cara, fiquei sem palavras. Daí, tive que cumprir com a promessa de indicar os posts que mais gostei de ler ao longo dessa primeira semana de BEDA.

Não tive muito tempo, cabeça, saco pra visitar a quantidade de Blogs que gostaria. Na maioria das vezes estava muito ocupado com o trabalho ou com minhas próprias postagens aqui, mas dos poucos que acessei, aqui estão os que mais gostei:

Presentes que não devemos dar no amigo secreto/oculto (Jeff Borges) - Cheguei a mencionar este Post na minha postagem "Natal em agosto?". Estava morrendo de sono quando acessei esse Blog e pensei "Vou ler o primeiro parágrafo...", mas quando menos esperei já estava comentando após a leitura de todo o texto. É um texto divertido. Por isso, recomendo.

Resenha: 'Anexos', de Rainbow Rowell (Douglas Vasquez) - Outro que eu não canso de visitar e comentar é o "Aquele clichê", que traz indicações de música, livros e aborda assuntos interessantes de forma muito pessoal. Tem a cara do dono! E eu adoro Blogs assim. O Doug é um cara que eu até adicionei no fb e já até tentou me ajudar a solucionar um pequeno problema que estou tendo pra postar Playlist aqui no Blog. Recomendo mesmo!

8 tweets que comprovam que eu assisto a filmes demais (Eliana Lee) - Este Post é divertidíssimo! Eu fiquei sorridente diante do computador, imaginando as situações. Dá uma conferida que você também vai gostar. A Eliana é uma pessoa ótima, também. Por causa da correria estou em dívida com ela, pois gostaria de ler todos os seus Posts, mas por ela estar no BEDA, postando todos os dias, há muitos textos acumulados, mas eu não desistirei. Apesar da minha infidelidade, ela permanece vindo aqui me visitar e deixar seus coments. Depois de ler este Post, eu fiz questão de começar a segui-la no twitter.

Você fica defendendo os gays (Felipe Fagundes) - Ele não está participando do BEDA, mas deixou um comentário aqui e, quando retribuí a visita, eu adorei seu jeito de escrever. Sabe aquele texto natural, que prende a nossa atenção como se estivéssemos ouvindo a pessoa que o escreveu conversando com a gente? Ele é muito claro em seus argumentos e na narração de suas histórias. Esse texto, especialmente, me chamou atenção. Achei interessante a percepção dele.

Sobre batalhas e invenções 06/31 (Ana Luísa Bussular) - Pra fechar com chave de ouro, indico este Post da Analu, do "Minha vida como ela é". Esse texto era pra ser meio que uma resenha de um livro que ela leu, mas ela conseguiu me emocionar quando expressou o que a história desse tal livro causou nela como pessoa. Já copiei e colei o link pra vários amigos que também se emocionaram.

Por hoje é só. Feliz por ter cumprido o desafio de hoje e torcendo para estar um pouco mais animado amanhã.

Abraços.