1991 - O ano em que nasci

Você já se perguntou como estava o mundo e como era a vida das pessoas que você conhece no ano em que você nasceu? Já tentou imaginar como era viver na sua casa? O que era exibido quando alguém ligava a televisão? Quais músicas tocavam no rádio? Ou quais filmes estavam entrando em cartaz no cinema?

Eu confesso que nunca procurei saber a fundo como era o mundo no ano em que nasci (1991) e também nunca vi graça nesse ano, afinal, não tinha ideia do que estava acontecendo, uma vez que foi meu primeiro ano de vida. Quase nada fazia sentido pra mim, além de chorar, comer e dormir.

Só que ontem, vi esse Post no Blog do Kauã Gauvão, onde ele conta um pouco sobre como o mundo estava quando ele nasceu: 1996. Tudo o que ele relatou fez sentido pra mim, já que em 96, enquanto o Kauã nascia, eu tinha 5 anos. Achei muito legal a ideia e decidi escrever sobre 1991, o ano em que eu nasci. Pra escrever, precisei pesquisar, e fiquei alucinado por esse ano! Apesar de saber que não foi bem assim, a sensação é de que o meu nascimento tivesse feito tudo acontecer. Vou te deixar ver com seus próprios olhos e tenho certeza de que vai curtir.

TELEVISÃO


Começando por minha paixão de infância, 1991 deu espaço a muitos programas que marcam a memória de muita gente até hoje. A qualidade das programações não estava nos efeitos de computação gráfica, mas nas boas histórias, músicas e todo tipo de entretenimento. Também tinha coisa ruim, mas prefiro não mencioná-las aqui.

  1. 03 de janeiro de 1991 - "Blossom" estréia na NBC.
    Eu odiava o seriado quando era criança, mas tenho certeza que era por minha pouca idade.
  2. 26 de abril de 1991 - "Família Dinossauros" estréia na ABC.
    Esse seriado é inesquecível!!!
  3. 20 de maio de 1991 - "Carrossel" estréia no SBT.
    A primeira versão, desde então, reprisada mais de 500 vezes pela emissora.
  4. 11 de agosto de 1991 - "DOUG" estreou na Nickelodeon.
    Isso mesmo! "DOUG" também é de 1991. Que emoção!
  5. 19 de agosto de 1991 - Estréia o "Plantão Globo".
    Com aquela musiquinha que assusta geral!

CINEMA



Outra surpresa pra mim foram os filmes lançados em 91. Muitos são assistidos até hoje nas "Sessões da Tarde" da vida e, literalmente, fizeram parte da minha.

1. Meu Primeiro Amor (1991) - O filme conta a história de uma garotinha que é obcecada com a morte pois sua mãe morreu e seu pai é um agente funerário que não lhe dá tanta atenção. A menina é apaixonada pelo professor de poesia e tem um amigo que é alérgico a tudo. A história dos dois é incrível, muito divertida e triste ao mesmo tempo, pois o menino morre vítima de um ataque de abelhas. Só então a menina descobre que ele era seu primeiro amor. (#Cry)

2.  Hook - A volta do Capitão Gancho (1991) - Na verdade, eu não gostava de ver esse filme quando passava na televisão, e só o assisti este ano na Netflix. É como uma continuação da história do Peter Pan, só que parece que ele viveu tanto tempo no mundo real que esqueceu quem era, cresceu, constituiu uma família e vive ocupado com o trabalho. Até que, um dia, o Capitão Gancho sequestra os filhos do Peter Pan, e ele tem que redescobrir o prazer de amar e imaginar como criança, para conseguir vencer o mal. Por fim, esse filme me leva a refletir especialmente nessa necessidade de, de vez em quando, voltar à "Terra do Nunca".

3. A Família Addams (1991) - Acho que nem preciso falar nada sobre esse filme. Apesar de minha mãe detestar filmes assim (com monstros, seres de outro mundo, aparente mente zumbis), eu acho muito engraçado e criativo. Assistia sempre que passava na televisão!

4. De volta à Lagoa Azul (1991) - É a continuação do filme "A lagoa azul", conta a história do filho de Richard e Emmeline, mas eu não vou perder tempo contando a história toda, porque você com certeza já deve ter assistido na "Sessão da Tarde".

MÚSICA

A música no Brasil, em 1991, está marcada na memória de muita gente até hoje! Selecionei aquelas que estão marcadas na minha, é claro! Fosse no rádio, televisão ou qualquer meio que levasse música ao ambiente, o que estava na boca (e nos ouvidos) do povo eram sucessos como "É o amor" (Zezé di Camargo e Luciano), "Beija eu" (Marisa Monte) e "W Brasil - Chama o Síndico" (Jorge Benjor).

No cenário internacional, "All the man that I need" estourou na voz de Whitney Houston. Eu até pensei que não conhecia essa música mas, assistindo o vídeo, percebi que a conheço em uma versão Gospel na voz da cantora Jamily.


Descobri que duas das músicas de Mariah Carey, que eu mais gostava na minha infância, também foram sucesso em 91. São elas "Love Takes Time" e "Someday". Ambas fazem parte do meu repertório de chuveiro até hoje!



FATOS SOBRE O ANO

Pra terminar, selecionei alguns fatos, além do meu nascimento, que marcaram 1991. Alguns deles são verdadeiros marcos históricos, e me orgulho de que tenham acontecido no ano em que nasci.



  1. Em 19 de janeiro de 1991, começa a segunda edição do "Rock in Rio".
  2. Em 20 de outubro de 1991, Ayrton Senna conquista o tri-campeonato na Fórmula 1.
  3. No dia 24 de novembro de 1991, morre Freddy Mercury, líder do grupo musical "Queen", vítima de AIDS.
  4. No dia 31 de dezembro de 1991, a URSS (União das Repúblicas Sociais Soviéticas) deixa de existir.
  5. Também em dezembro de 1991, ocorrem os jogos Panamericanos na cidade de Havana (Cuba).

Me diverti escrevendo este Post e não me arrependo do tempo que ele demorou para ficar pronto, aliás, foram três dias, em meio a longas pausas e correria. Foi uma experiência e tanto! Espero que tenha gostado, porque eu adorei pesquisar, escrever e descobrir sobre o ano em que nasci, inclusive, em meio às consultas, descobri que o dia 21 de janeiro de 1991, dia em que nasci, caiu numa segunda-feira!

E você? Sabe tudo sobre o ano em que você nasceu?

Escreva!


Sabe quando vem aquela vontade de escrever, mas parece que a gente não tem o que escrever? Sei lá! É como se no cérebro da gente se formasse um emaranhado em meio a muitos (ou a nenhum) pensamentos. Daí, a gente se pergunta: "O que fazer quando queremos colocar uma história para fora, mas tudo o que conseguimos é olhar para aquela página em branco com o cursor piscando na tela?". Admito. Eu mesmo entrava em uma grande crise existencial quando isso acontecia. Isso mesmo! "Acontecia". Hoje, isso não me afeta mais.

Eu havia aprendido no Curso de "Composição" que escrever é a etapa final de um longo e amplo processo de reflexão, e esse processo começa com uma ideia. Até aí, tudo bem. Só que a professora também disse que não adianta pegar uma folha em branco e simplesmente começar a escrever sem antes refletir no que pretendemos fazer pois estaríamos apenas "enchendo linguiça". Eu acabei aderindo essa regra para todo e qualquer tipo de escrita. Só que o curso (como eu já disse) era de Composição, e escrever uma história é diferente de escrever uma música.

É claro que é importante ter uma ideia de sobre o que iremos escrever, mas e naqueles dias que você QUER escrever, mas o seu cérebro não colabora nada muito? O que a gente faz? Fica refletindo sobre o que gostaria de escrever? Como? Se não temos nada em mente, caramba?! O fato é que enquanto eu seguia à risca o conselho da professora de Composição, eu preferia jogar o computador pra um lado, caderno e caneta para o outro e ir tirar uma soneca. Pensei até em desistir da escrita.

Até o dia em que conheci Anne Lamott (olha ela aí de novo), que me desvendou o segredo: "escreva".


"Mas, escrever sobre o quê?", você pode se perguntar. "Escreva sobre qualquer coisa.", ela diz. Que tal começar pela sua infância? Descreva suas recordações, tente descrever as pessoas, como elas eram, como se vestiam, o cheiro que tinham. Descreva lugares onde você já esteve, ou o próprio lugar onde você está enquanto escreve. O importante é deixar fluir (naturalmente) de você a escrita. Se você fizer isso todos os dias, chegará ao ponto de ser pouco afetado pela falta do que escrever.

Eu tenho aplicado isso no meu dia a dia como escritor e confesso que no começo não foi fácil. Eu pensava: "Mas, eu não quero escrever sobre a sala onde estou, não quero escrever sobre minha infância, quero escrever aquela história na qual eu tenho trabalhado todo esse tempo!". Mas, quanto mais eu pensava assim, mais a história ficava parada, sem ideias do que escrever.

Depois de muito relutar (e xingar aquela ideia tosca de escrever sobre qualquer coisa), fui vencido pela falta de forças. Resolvi aderir à ordem da (queridíssima) Anne. Passei a escrever sobre o que me viesse à mente em qualquer folha de papel que tivesse à mão. Enquanto eu fazia isso, era como se tirasse os entulhos do meu cérebro, ia despejando no papel aquilo que estava impedindo que as novas ideias viessem à tona e fossem transformadas em história.

Foi incrível! Quase terapêutico.

Depois que eu finalizava o texto, dava uma volta, bebia uma água, fazia um xixi e voltava para ler o que havia escrito. Em meio à toda aquela informação, é claro que tinha coisa que eu lia, pensava: "What?!" e deletava sem pena, mas sempre (SEMPRE) havia coisas boas de se ler em meio a tudo aquilo. Bastava organizar as ideias, acrescentar algumas frases, palavras, retirar outras, e "voilà!". Você escreveu um bom texto.

Quando eu aceitei o desafio de ter um Blog, pela primeira vez eu não tive medo de não ter o que escrever. Fiquei bem tranquilo em saber que se o bloqueio viesse, era só começar a escrever, desentulhar as ideias e depois, ler tudo, retirando as partes ruins e aproveitando aquilo que fosse digno de ser publicado.

Faço minhas as palavras de Anne Lamott. Quando vier o bloqueio, escreva!

Até amanhã.

Douglas.


A tentação de ser uma cópia

Eu confesso que durante a escrita da história da qual falei neste Post eu queria que ela fosse o próximo "Harry Potter", "As Crônicas de Nárnia", "O Senhor dos Anéis". Eu passei a ler os livros dos meus autores favoritos com um olhar hiper clínico, na intenção de pescar a forma como eles descreviam os objetos, as personagens, como davam ação à uma cena. Isso não seria ruim de todo se eu apenas os tivesse como inspiração e não quisesse copiá-los.

Eu queria ser os escritores que eu mais admiro. Mas só tem um detalhe: eles já existem.

O que fez piorar tudo na minha vida de escritor foi a noite em que tive um sonho onde a professora de literatura/produção textual (seja qual for o nome da disciplina, era uma aula onde escrevíamos nossos próprios textos), era ninguém menos do que a própria J. K. Rowling (Jo, para os íntimos - mas, como eu não sou íntimo, vou continuar me referindo a ela como J. K. Rowling. [Risos]).

No sonho, ela conversava conosco (os alunos) sobre sua forma de escrever, dando várias "manhas" de nosso texto ser do nível dos dela, e eu olhava para ela com total admiração, dialogava com ela, às vezes tirando dúvidas que eu nem tinha, só pra mostrar que eu estava interessado na aula. Enfim, tê-la como minha professora era a "benção" que faltava para que meu livro realmente se tornasse o próximo "Harry Potter". Não demorou para eu perceber que tudo aquilo não passava de um sonho e mesmo tentando voltar para ele quando acordei, era simplesmente impossível.

Fato é que depois daquilo eu não queria mais escrever igual a mim mesmo. Eu queria fazer jus ao sonho e comecei a tentar escrever como minha querida professora, J. K. Rowling. Vocês podem imaginar no que deu: frustração sobre frustração. Especialmente quando eu mostrava para minha sobrinha (e leitora de tudo o que eu escrevo), Caren, e ela via algo pouco nada original em tudo o que eu escrevia. Eu não copiava nomes, ideias, nada disso, só não era eu quem estava escrevendo. Minha identidade não estava naquelas páginas.

O que eu quero dizer com tudo isso é que se você quer escrever seu próprio livro, precisa saber que a graça está na própria escrita, no prazer de poder imprimir no papel um pouco de você mesmo, mas se você trocar toda a sua espontaneidade por árduos esforços para se parecer com seu ídolo, escrever vai se tornar algo muito (eu disse MUITO) desgastante, e ao invés de se deleitar em sua própria escrita, você irá se enfadar só de pensar em todo o trabalho que terá para produzir mais uma página imaginando que quem está escrevendo é aquele outro escritor (a quem você venera).


As pessoas que costumam ler o que eu escrevo, sempre comentam comigo o quanto se sentem atraídas pela leitura dos meus textos. Amigos vêm até mim contar que riram horrores diante de seu computador com os "causos" que eu conto em um outro Blog, especialmente sobre o período em que estava no internato. O fato de eu não querer escrever como eu mesmo fez com que eu perdesse minha essência, minha identidade, e isso por um longo período. Mas, depois que percebi onde estava errando, eu decidi dar um basta e aceitar escrever como escrevo. E como é bom ser quem eu sou, e ainda poder usar as palavras para me expressar como só eu mesmo sei fazer!

Se meus escritos forem lidos por pucos, ou servirem para registrar algo apenas para mim mesmo, ficarei feliz. Se eles forem lidos (e se tornarem o próximo Harry Potter - o que, hoje, eu não faço a menor questão), ficarei feliz do mesmo jeito, porque o prazer de escrever está na própria escrita.

Até amanhã!

(Im)perfeito de mais para ser um escritor

O ano era 2007. Eu estava na casa de minha irmã. Ela me trouxe o manuscrito de uma história que estava idealizando. Era algo extremamente rústico, apesar de haver ali boas ideias para uma história. Eu não conseguia visualizar as cenas devido a falta de detalhes, a maioria das personagens era muito caricata.

Ela pediu minha ajuda para que a história pudesse melhorar e, durante toda uma tarde eu despejei minha criatividade naquele manuscrito. Eu tinha 16 anos, minha criatividade estava à flor da pele e minha irmã adorou tudo o que eu havia escrito. Só que para todo elogio, existe um “porém”, e quando esse “porém” veio, eu tive imediatamente um grande bloqueio criativo.

Creio que um perfeccionista quando criticado tem reações não muito legais. Naquele tempo, eu ainda não sabia muito bem como lidar com as críticas. Afinal, quando escrevemos, mesmo que uma ficção, colocamos no papel um pouco de nós mesmos, nosso coração está naquelas páginas e, quando o que produzimos é criticado, é como se criticassem quem nós somos (aprendi isso com a querida Anne Lamott). Isso é uma grande verdade.

Aquele bloqueio me fez rejeitar tudo (eu disse TUDO) o que eu mesmo escrevia. Parecia que nada bom poderia sair de mim novamente. Aquilo durou muito tempo. Tempo suficiente para que eu me mudasse do Rio de Janeiro para estudar em um internato em Belo Horizonte (MG), onde aquela história ficou completamente esquecida.

Durante aquele tempo, eu tive contato com um novo mundo. Meus amigos eram pessoas de diversos estados do país (e até de outros países). Algumas disciplinas complementares (entre elas, “Composição”), me ajudaram a evoluir em minhas técnicas de escrita. O melhor de tudo é que, ali, nossa arte era exposta e extremamente criticada pelos professores e, principalmente, por meus próprios amigos.

Foi assim que eu comecei a aprender a lidar com as críticas. Tanto as boas quanto as ruins.

Apesar de meu gosto ter ficado mais refinado no internato, eu fiquei um pouco (muito) neurótico quanto às coisas que eu escrevia. Por ter aprendido um “padrão” para a escrita, eu agora exigia que tudo meu (e até das pessoas ao meu redor) seguisse aquele padrão, e o que fugisse daquilo não estava bom. Foi dessa forma que eu mesmo cortei as asas de minha criatividade. Pois a criatividade não se encaixa em uma caixinha. Já dizia o grande Albert Einstein que “a criatividade é a inteligência se divertindo”, e se você padroniza a criatividade, ela deixa de existir.

Foi depois de muito choro, lamento e pedidos incessantes de minha irmã que eu decidi retornar à escrita daquela história. Havia se passado seis (eu disse SEIS) anos. O ano, agora, era 2013.

Era a este ponto que eu gostaria de chegar.




Desde o momento em que decidi retomar a escrita, mesmo vendo em mim muitas limitações, um leque se abriu para mim (imaginei a Nani People! Kkk... Vou mudar a comparação). Desde que retomei a escrita daquela história apesar de minhas limitações, novos horizontes se revelaram diante de mim e, na prática, eu fui aperfeiçoando minha escrita.

Hoje, ainda estou no processo de aprendizagem para ser um bom escritor e decidi que deveria compartilhar aqui um pouco do muito que aprendi em um ano, sobre escrever meu próprio livro, para que se você também deseja fazê-lo (mas também se vê como eu me via), você possa ter suas neuras dissipadas, assim como a maioria das minhas foram.

Não sou um escritor perfeito. Aliás, sou eu meu próprio editor de conteúdo. Mas, não poderia deixar de compartilhar com quem precisa aquilo que aprendi de bom nessa caminhada "dando uma de escritor". Espero que os muros onde eu quebrei a cara sirvam para que vocês não precisem esperar por seis longos anos para ver uma história sua tomando vida.


Ao longo deste mês, vou postar especificamente sobre as neuras que você deve perder para ser um escritor. É claro que vou contar como eu perdi muitas das minhas.

Você acha que tem um livro dentro de você? Então, prepare-se! Vou tentar ajudar a colocá-lo para fora.

Até o próximo Post!

Blogs que amo!


Nessa minha vida de blogueiro, eu tenho conhecido alguns Blogs fantásticos! Na maioria deles, quem escreve são pessoas legais, mas que não costumam ser muito simpáticas no que se trata daquelas regrinhas básicas de boas maneiras (Sim! Elas existem no mundo virtual). Coisas como retribuir visitas, deixar comentários, seguir de volta - (ou será que eu é que sou um chato nos comentários que deixo pra eles? kkk... Vai saber!). Mas, nessas minhas idas e vindas eu conheci um Blog que, além de ser fenomenal tem um dono muito da hora (meu Deus, que gíria péssima!).

O nome do Blog é "Blog do Tonho" e o Antônio (o escritor), apesar de ter apenas 17 anos (e desde quando pouca idade é sinônimo de incapacidade?) escreve coisas incríveis, que me emocionam muito. Os textos são ricos em uma visão de mundo que parte da perspectiva do próprio autor. Uma visão muito peculiar sobre coisas inusitadas que eu mesmo não teria pensado em escrever.

É um Blog criativo e ótimo de ser lido. Eu indico mesmo! E agora, ele vai fazer parte da minha listinha de "Blogs que amo".



Aproveitando a onda de revelar os Blogs que eu amo e costumo ler com frequência (e eu adoro o fato de eles serem atualizados regularmente), quero falar do "Pe-dri-nha", que é o Blog da Manie. Eu confesso que não sei se esse realmente é o nome dela, ou se é mero apelido. Mas, se for, é incrível! Seja como nome, ou como apelido.

Eu adoro ver o mundo pelos olhos da Manie (levando em conta o pouco que ela relata no Blog), pois percebo que se trata de uma menina cheia de coragem pra encarar a vida, sendo ao mesmo tempo muito sensível por dentro. Tanto as coisas que ela escreve sobre suas aventura com seus amigos (que, pelo jeito que ela fala deles, parecem ser incríveis! Sério, dá vontade de conhecer todos. Pra mim, eu os tenho como personagens de um livro que eu adoro ler. O meu favorito é o Gaví), quanto nos vídeos que ela posta na "TV Pedrinha", que eu também adoro e já virei fã! Sério, cara! Ela quem faz a edição dos vídeos, e eu adoro.

Em um comentário, pedi pra ela ensinar a fazer vídeos legais assim. Vamos ver se ela vai atender ao pedido. Rs!

Por fim...

Esse Post não era pra ser uma indicação de Blogs, mas acabou virando, então, logo posto o que eu realmente queria postar. No mais, reafirmo que estes dois Blogs, à partir de hoje estão listados ali na lista de Blogs que amo!

Até mais ver.

P.S.: Assistindo a este vídeo do "TV Pedrinha", acabei descobrindo que o nome da Manie é Mariane

Telefone sem fio


Ontem, uma amiga me cobrou o prazo do meu livro: "Era janeiro de 2015!", disse ela. Eu expliquei que minha vida passou por algumas reviravoltas e que a história do livro, apesar de permanecer bem viva dentro de mim, vai ter de esperar o momento certo para voltar à tona.

Sinceramente? Lamento. Mas, tem sido mais difícil admitir para mim mesmo do que para os outros o fato de não ser este o momento em que irei me declarar oficialmente um escritor.

Mas, o assunto deste texto não é o livro adormecido. A necessidade de escrevê-lo surgiu devido a essas tais reviravoltas que minha vida vem sofrendo.

Sabe quando acontece algo na sua vida que já deveria ter acontecido há muito tempo, mas você vem procrastinando, na esperança de que algum dia a realidade mude e você não precise tomar a decisão de dar um basta naquilo?

É. Foi mais ou menos isso que aconteceu comigo.

Vamos ser adultos. Existem momentos na vida em que é preciso tomar decisões. E, por experiência própria eu digo que o melhor é tomá-las quando você (quem sabe, por um sexto sentido) estiver sentindo que tudo vai piorar.

O ruim é quando você só decide agir depois que uma bomba explode. E pior ainda é estar rodeado de pessoas que acham que você é uma pessoa pública e que podem tomar conta da sua vida (pagar suas contas que é bom, ninguém quer, né?!) e opinar sobre sua decisão.

Quem nunca brincou de "telefone sem-fio"?
Alguém fala uma frase no ouvido de outra pessoa e a informação vai passando de pessoa pra pessoa, de boca em boca, de ouvido em ouvido, até que chega no ouvido da própria pessoa que inventou a frase de uma forma totalmente distorcida e "nada a ver" com a verdade. Enfim... Isso aconteceu comigo (não de brincadeira, mas na vida real!).

No último sábado, fui ao aniversário na casa de uma amiga minha. Todos os convidados pertenciam ao mesmo convívio social ao qual eu também pertencia e eu senti o deslocamento de ar no exato momento em que eu cheguei no local. Sorrisos amarelaram, olhares se perderam em diversos pontos do salão e frases sem muito sentido foram ditas em forma de cumprimento a minha pessoa (detesto me referir a mim mesmo dessa forma, mas já foi).


Mas, o que me marcou nessa festa foi o fato de umas seis pessoas de todas aquelas que ali estavam terem chegado até mim e dito que queriam saber o que REALMENTE havia acontecido naquela história toda. Vocês entenderam? Todos ali um dia se disseram meus amigos. Disseram que acreditavam em mim. Foram tantas coisas boas, tantos tapinhas no ombro que eu nem tenho capacidade de reproduzir fielmente aqui. Mas, foi só uma pessoa inventar uma mentira sobre uma decisão minha, e apenas seis pessoas (repito: SEIS PESSOAS!) se importaram em ouvir a minha versão da história e ainda por cima demonstrar crença de que a versão verdadeira sobre a MINHA decisão era a minha própria (kkk).

Tá! Essa risada foi meio forçada.

Na verdade, seria cômico se não fosse trágico. Mas isso tudo só confirma algo que eu já sabia: "Amigos de verdade, a gente conta nos dedos".

Novamente, levando em conta o meu Sexto sentido, acho que o "Telefone sem-fio" em breve vai virar um "Jogo da Verdade". Vamos ver quem está certo nisso tudo. Mas, sabe o que realmente é importante dessa coisa toda? É que eu estou ainda estou vivo, bem e feliz. Isso é o que (me) importa.

Avisa lá pra mim!

A grama do vizinho é mais verde do que a minha?


Uma das coisas que desanima quase todo blogueiro é viver daquele ditado: "A grama do vizinho é mais verde do que a minha". Mas, de uns tempos pra cá eu percebi que se realmente a minha grama não parece tão atrativa é porque tenho passado mais tempo olhando pra do vizinho do que cuidando da minha própria, para que melhore um pouco sua aparência.

Por tanto tempo eu olhei pra o meu próprio blog comparando com o de outras pessoas, e ficava pensando: "Cara, meu Blog nunca vai ser tão bom quanto o do Fulano/da Fulana!". Só que de uns tempos pra cá, eu percebi que esse pensamento não é nada legal, e que nele existe até um certo tipo de complexo de inferioridade.

Nada a ver, né?! Deixar de fazer algo que eu gosto tanto, como escrever, pra ficar comparando o conteúdo dos meus textos com o das outras pessoas, ou o layout do meu blog com o de outros, ou tantas outras coisas...

Eu sei que meu Blog não é igual ao de muita gente boa por aí, mas QUE SE DANE! Ele é meu! Tem a minha cara, e define um pouco de quem eu sou por dentro. Goste quem gostar, não goste quem não gostar. Mas eu não aceito ficar com esse tipo de neura dentro de mim.

E, veja que curioso! Foi só eu aceitar o meu "jeito de postar" que finalmente consegui repaginar meu Blog todinho e deixar ainda mais com a minha cara! Do jeito que eu queria há algum tempo, mas por ficar criando comparações, não conseguia alcançar o que tinha em mente. Até o nome dele mudou! E isso, sem ser copiado de ninguém. A inspiração partiu de mim mesmo. E eu dei muita sorte de o domínio estar disponível. Porque, cara, fala sério! O que tem de Blog com nomes ótimos por aí que estão abandonados! O Blogger devia dar uma reciclada nesses domínios que a galera usa e não se dá ao trabalho de manter o Blog. Tem um de nome excelente que não atualiza desde 2002! Ninguém merece!

Dê boas vindas ao "O Coração do Menino". Espero que goste das novas postagens, que têm tudo pra ser cada vez mais originais.

E quanto a você, não deixe de fazer aquilo que gosta por causa de complexos, ou por achar que as pessoas não se interessam pelo que você faz. Quem se importa com o que se passa na cabeça das pessoas?! Faça o que você ama! Dê o seu melhor. Escrevam sua própria história! E quem tiver que gostar, vai gostar do jeito que é.

Por hoje é só isso tudo.
Até mais ver!

P.S.: A imagem da postagem não tem nada a ver com o assunto, mas o Blog é meu e eu coloco a imagem que eu quiser.