segunda-feira, 23 de junho de 2014

Me sentindo um escritor...


Não sei se foi por ter escrito um Post especial sobre a Sexta-feira 13 da última vez que postei aqui no Blog, mas, desde que o fiz o Blog está desatualizado. Contudo, sei que não é por conta de azar. Também sei que não é por falta de ideias, nem por falta de vontade de escrever. Na verdade, escrever é o que eu mais tenho feito por esses dias, desde bem antes do último Post. É que eu estou me dedicando ao meu primeiro livro oficial! (som de palmas).

Quando falo assim sinto que muita gente acha que é a emoção falando mais alto e que será só uma fase de um projeto que não vai dar certo (Juro que sinto quando as pessoas não acreditam em mim! JU-RO!), mas esse projeto já vem se desenvolvendo desde 2007, ou seja, cerca de sete anos, e com isso vem se aperfeiçoando à medida que eu mesmo venho me aperfeiçoando como escritor.

É claro que não sou um escritor perfeito! Vocês podem concluir isso pelos textos aqui do Blog, mas quando eu olho para o Douglas que escrevia há sete anos, sinto que está na hora de o livro ser finalizado. Antes, eu só tinha dois capítulos escritos. Capítulos que foram modificados e melhorados ao longo desses sete anos, mas desde o início deste ano (2014) escrevi até o capítulo 10, e estou revisando antes de prosseguir com a história. Mas a sensação é de que desta vez sai!

Há uns Posts atrás eu escrevi aqui sobre não ser o suficiente começar um projeto, e sobre a necessidade de concluí-los. Me dei o prazo de Janeiro de 2015 para a conclusão da história e, nem que eu passe noites em claro escrevendo, ele estará pronto no prazo!

O melhor de tudo é que tenho sido surpreendido com a aparição de pessoas que realmente se interessam pela história e que curtem meu jeito de escrever, que se identificam com personagens criados por mim e que leem minha história com a curiosidade de saber o que virá no capítulo seguinte! Isso me emociona!

Além de admiradores também tenho encontrado investidores. Pessoas que, por acreditar em mim, se comprometeram oficialmente a investir financeiramente com a quantia que for necessária para que a publicação do livro aconteça.

Não tenho palavras para explicar o que se passa na minha mente! Tudo o que eu quero é concluir a história e segurar meu livro nas mãos! Já tenho sonhado com a história, como se eu estivesse nos corpos das personagens! Isso é mágico! E está acontecendo comigo! Impossível descrever, portanto, não me peçam para fazê-lo (por favor!).

Só quero me desculpar se nessas idas e vindas eu precisar demorar um pouco entre uma postagem e outra, pois escrever aqui (mesmo que seja um prazer) demanda tempo e criatividade, o que eu preciso investir no livro neste tempo. Em breve postarei novidades aqui e, quem sabe, compartilhar com vocês a possibilidade de comprar um exemplar ou até mesmo de ganhá-lo. Respeito blogueiros sérios, porque eu sou um deles, né?!

No mais, peço para que torçam por mim com todas as suas forças, para que eu conclua essa história que, modéstia à parte, está incrível! Nem eu acredito que sou eu quem a estou escrevendo! É um presente vindo de Deus para mim!

Desejo a todos muita inspiração, criatividade e determinação para dar o primeiro passo para a realização de seus sonhos e projetos arquivados, para que possam experimentar essa surpresa que é ver tudo conspirando para que você veja seu sonho se tornar uma realidade, um projeto concluído!

Até o próximo Post!
Doug ;)

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Minha Sexta-feira 13


Há pouco eu olhei para o calendário e percebi que hoje é SEXTA-FEIRA 13!

Não sei por que alguém decidiu reservar logo a Sexta-feira 13 para ser um dia de azar, com tendência a trazer à existência coisas ruins. Até tentei descobrir a origem de tudo o que rodeia a "ocasião", mas as explicações que achei são tão idiotas que sequer merecem ser reproduzidas aqui.

O que sei é que na simples menção dessa data eu naturalmente lembro de filmes de terror, gatos pretos, algumas lendas urbanas - o que na minha opinião são a melhor parte das Sextas-feiras 13. Decidi então compartilhar algumas lendas que já me deram medo quando eu era criança. Desde já, aviso que não tem nada a ver com o Boneco do Fofão e o punhal que servia para segurar a cabeça, ou a Boneca da Xuxa (e seu pacto com o diabo) que mudava de posição para olhar as menininhas quando elas iam dormir.

Essas e muitas outras lendas (como a do Chupa-cabra, da Loira do Banheiro, e do Velho do saco) também já me deram medo, mas quero que conheçam minhas lendas particulares, que acho que só eu tinha medo! Então, preparem-se.

A PAMONHA
Por volta dos meus dois/três anos de idade, a tarde podia estar ensolarada e tranquila. Eu podia estar brincando alegremente com meus amiguinhos, ou com minha irmã mais velha. Porém, bastava ouvir, vinda da rua, aquela voz gritando: "OLHA A PAMONHA! OLHA A PAMONHA!". Eu corria desesperadamente e me escondia embaixo da mesa da cozinha. Não procurava por minha mãe ou pela proteção de nenhum outro adulto. Era como se a única coisa no mundo capaz de me proteger daquele monstro horrível, fosse a mesa da cozinha que, forrada por sua longa toalha, me escondia da PAMONHA. Cara! A voz só dizia "OLHA A PAMONHA", mas para mim, era "CORRA! SE ESCONDA! CUIDADO! A PAMONHA VEM AÍ!".

DONA JULIETA
Eu já era um pouco maior, com meus quatro/cinco anos e já tinha autorização dos meus pais para ir à casa do vizinho brincar. O vizinho morava nos fundos de uma vila e, para chegar à casa dele era preciso passar por um beco formado por outras casas. Em uma delas morava a Dona Julieta, uma senhora muito velha e de pele muito enrugada, de cabeços branquíssimos e voz rouca, que parecia voz de homem. Ela colocava cascas de ovos (desenhadas com carinhas sorridentes) em cima de uma planta chamada "espada-de-são-jorge". Além de eu já ter um medo natural diante de todas as características daquela mulher (e daquela casa), meu amigo ainda alimentava meu medo, dizendo que ela era bruxa, que já a tinha visto vestida com roupas de ritual e que aqueles ovos já haviam sido crianças que a perturbaram. O pior era quando, em meio às brincadeiras, ele dizia: "Cuidado para não acordar a Dona Julieta!".

A CASA DA TIA HÉLIA
Quando eu era criança, não me ligava muito em questão de lugares mal-assombrados. Mas, conforme fui crescendo, minha irmã (muito medrosa) começou a mostrar coisas que lhe davam medo, e o fato de ela falar, me faziam também ter medo. Um desses lugares era/é "A Casa da Tia Hélia", a irmã do meu pai, que mora no interior do Espírito Santo (num lugar que quando eu era criança não tinha sequer energia elétrica). O fato é que todos os velórios da família que morava no Espírito Santo eram feitos na sala daquela casa. O da minha avó, o do meu tio (irmão dela), meu tio (esposo dela). Esses são os que eu lembro. O pior é que além de eles serem velados no meio da sala (onde depois a gente tem que ficar), ela mantém retratos de cada pessoa que morreu expostos ao longo da casa. É sinistro! Uma vez eu acordei no meio da noite morrendo de vontade de ir ao banheiro, a casa estava um breu, porque ela apaga TODAS as luzes (parece até de propósito). Só sei que eu estava com tanto medo que preferi fazer xixi na cama do que encarar os defuntos da sala.

A "CHEIROSA"
Não lembro seu nome, sempre a conheci como "Cheirosa". Era uma mulher de meia-idade, desdentada, com um parafuso a menos que vivia de short curto e, de vez em quando mostrava os peitos na rua, em seus ataques de loucura. Ela vivia nos bares da vida. Os homens de lá sempre mexiam com ela e ela com uma voz esganiçada gritava e xingava. Quando a gente desobedecia, os adultos falavam: "Vou te levar na 'Cheirosa!'".

O NÊGO
Pra falar a verdade, quase não me lembro dele. Eu era muito novo. Só sei que era um andarilho negro, sujo e maltrapilho que vivia pelo bairro. Diziam que ele era o namorado da "Cheirosa", portanto, quando não nos ameaçavam de levar para ela, passavam a bola pro Nêgo: "Vou te levar pro Nêgo!". Ele era quase uma espécie de "Velho-do-Saco".

SEU MADRUGA
Na época em que comecei a ter medo do Sr. Madruga, eu não fazia ideia de que o ator (Ramón Valdes) já havia morrido desde 09 de agosto de 1988 - muito antes de eu nascer. Confesso que até hoje ainda sinto uns calos-frios, digo, calafrios quando vejo alguma foto/imagem dele sozinho no meio da noite. Não sei se tem alguma coisa por trás disso, mas é algo que me marcou muito na infância. O fato é que, certa vez, eu estava na casa da tia Hélia e tive uma espécie de sonho (que até hoje não sei dizer ao certo se foi sonho ou não). Eu e meu primo estávamos brincando no quintal dos fundos durante a tarde, a noite vinha chegando, mas ninguém havia acendido a luz da casa. Enquanto minha mãe e minha tia estavam na sala da casa, eu tive que voltar sozinho até o quintal para procurar meus chinelos e, quando olhei para o meio do mato, eu vi o Sr. Madruga na minha frente. Ele usava blusa preta e estava com cara de zangado.

O ABOMINÁVEL HOMEM DAS NEVES
Esse último é só uma consequência de ter medo do Sr. Madruga. Sempre tive medo desse episódio e até hoje não consigo assisti-lo sozinho. Só sei que aquela cara branca dele me mata de medo!

Pois é, conforme fui escrevendo, lembrei de muitas outras lendas e coisas que me davam medo na infância (entre elas, o "Quadro do Menino Chorando" - se quiser conhecer, clique aqui) mas o Post já está tão enorme, que me recuso a abusar de sua boa vontade em ler tudo. Só espero que tenham gostado e que tenham uma ótima SEXTA-FEIRA 13!

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Não basta começar, tem que terminar.


Acabei de assistir ao vídeo de uma cantora da qual sempre gostei, onde ela une sua vida, história, opiniões, sentimentos, trabalho e a concepção de seu primeiro CD solo, com canções (as quais ela chama particularmente) dela.

Ela diz que gerou aquele filho por dois anos, e as composições, muito bem pensadas e estruturadas nasciam especialmente em seus momentos de melancolia. Não se considera uma pessoa triste, mas aproveita a tristeza, os dias mais introspectivos, solitários, para criar suas lindas canções. Ela sabe aproveitar seus momentos. Tudo isso resultou em um álbum com a impressão digital, a identidade dela.

O fato de ela se referir aquele CD como um filho que nasceu, um projeto finalizado, um trabalho concluído, me deixou com muita vontade (quase uma necessidade) de seguir pelo mesmo caminho, compor minhas próprias canções, escolhendo cuidadosamente cada palavra, obedecendo ao ritmo de todo o processo, respeitando o tempo necessário para que nasçam todas as canções que comporiam meu primeiro projeto autoral, que futuramente poderia ser produzido e gravado em forma de CD.

Outro projeto, que me parece mais possível, mais próximo da minha realidade seria escrever meu livro. A escrita é um dom que se desenvolveu em mim ao longo dos meus anos de vida. As pessoas ao meu redor percebem minha habilidade para a escrita. Inclusive, ontem, recebi a notícia de que meu TCC recebeu a nota máxima e foi encaminhado para a Biblioteca da Faculdade. Nas palavras de uma amiga minha, "Um trabalho vai para a biblioteca de uma universidade/faculdade quando ele é considerado fonte de pesquisa necessária para acrescentar conhecimento à outras pessoas que buscarem algo na sua linha de estudos. É também escolhido por se tratar de conteúdo relevante e significativo para o assunto/tema. Ou seja, seu trabalho agora torna-se uma referência para todos os demais que precisarem consultar sobre o tema que você 'dissertou'".

Pra falar a verdade, eu também gosto muito do meu próprio jeito de escrever, e cheguei a um ponto onde é impossível ler qualquer livro (ou Blog) sem analisar as peculiaridades de cada escritor, elogiando as sacadas, criticando alguma coisa e me colocando em seu lugar, pensando: "Como eu escreveria caso aquela história fosse minha?". Isso, além de captar o que posso aproveitar do jeito como cada um escreve, para melhorar minha própria forma de escrever e assim, aos poucos, ir encontrando minha identidade como escritor.

Mas, antes de iniciar um novo projeto, um novo livro, dando vida a uma nova história, a novas personagens, me sinto numa dívida com os livros da minha irmã. São tantos anos aos quais venho inconstantemente ajudando-a a dar vida aos seus dois livros! Já me dediquei bastante a cada um deles. O que eu mais gosto, então, está no capítulo 10, e creio que também serão vistos como projetos concluídos dos quais eu fiz parte. Porém, sinto que preciso me dedicar novamente, inclusive, pedir opiniões, ajuda, modificar tudo e qualquer coisa se for preciso, para que ao final ele esteja perfeito para mim, concluído, sem mais nada a acrescentar.

Dei a mim mesmo como prazo para conclusão desses projetos (os dois livros da minha irmã) JANEIRO de 2015. Essa é minha meta final. E eu vou cumpri-la. Torçam por mim!

E vocês, têm seu próprio projeto?

sábado, 7 de junho de 2014

5/6

A quinta-feira amanheceu ensolarada, mas eu não vi. Acordei à tarde, quase na hora do almoço (vida de desempregado é assim). Havia ficado até muito tarde no bate-papo com minha sobrinha, Caren (de 15 anos), bolando planos e estratégias para conseguir assistir “A Culpa é das Estrelas” na estreia. No site do shopping da minha cidade não havia sequer sinal dele, e o segundo cinema mais próximo fica num lugar onde eu não sei ir e voltar de ônibus (não me arriscaria nem sozinho, muito menos com uma adolescente sob minha responsabilidade). Fomos dormir após o veredicto final de minha irmã (a mãe dela). Ela achou arriscado nos levar de carro devido ao horário (afinal, moramos no Rio de Janeiro), pois a sessão a qual eu poderia assistir começava às 22:00h e terminaria pouco após a meia-noite no tal cinema.

Assim que acordei naquela quinta-feira tão aguardada (5/6), liguei para o cinema da minha cidade como última esperança e fui informado de que o filme estava SIM em cartaz e que eu poderia comprar o ingresso antecipadamente pelo ingressos.com. Iupi! Ainda bem!! Afinal, pela Internet é a única forma de comprar ingressos usando o Cartão de Crédito (repetindo: estou desempregado). Mas, aquilo estava bom de mais para ser verdade. O fato é que o Site do Shopping estava com problema e não estava aparecendo no ingressos.com.

E agora? Como faria para comprar ingressos sem grana? Foi quando, de repente, recebi uma ligação (aquela ligação que muda a vida da gente – #exagero). Era o pai da minha sobrinha dizendo que havia depositado uma quantia para mim, de um livro que ele comprou de mim, há séculos. Era pouco mais que o suficiente para comprar o ingresso. Só tinha um problema: como garantir ingressos para as 21:45h (horário da última sessão no cinema da minha cidade)? Segundo expectativas, haveria uma disputa acirrada por ingressos, afinal, era A GRANDE ESTRÉIA de “A Culpa é das Estrelas”, e eu tinha um compromisso até as 21h.

Para minha alegria, minha sobrinha mais velha (Camila) disse que iria ao shopping por volta das 16h e que poderia comprar o ingresso para mim, mas houve uma mudança de planos e ela não foi. Por fim, eu desisti de ir à estreia de “A Culpa é das Estrelas”.

Iria ao meu compromisso e me conformaria em ter esperado tanto tempo em vão pelo dia 5/6, pois seria só mais um dia, o dia de uma estreia a qual eu não fui.
Foi aí que, de repente eu pensei: “Não! Eu preciso arriscar! Preciso correr até o shopping e, pelo menos, tentar comprar o ingresso para a estreia! Se não tiver eu volto pra casa, mas com a certeza de que ao menos tentei!”.

“EU VOU” – decidi.

Como eu voltaria de lá tarde, caso houvesse ingresso, preferi não levar a Caren, mas, quando eu ia saindo rumo ao shopping, minha irmã (a mãe dela) perguntou:

– Douglas, você vai ao cinema?
– Vou. – respondi.
– Você podia levar a Caren. – ela pediu.
– Não dá. É que... Eu vou voltar de lá tarde e fico com medo. Pode acontecer alguma coisa, sabe? – falei em tom de explicação.
– Eu levo vocês de carro.
(Aqui vocês imaginam minha cara)
Enfim, fomos.

O plano era: se não houver ingresso, a gente volta e vai embora.
Descemos do carro correndo e nos preparando psicologicamente para a fila quilométrica que nos aguardava, mas... Não havia fila alguma!

Compramos nossos ingressos e liberamos minha irmã para ir embora, mas ela disse:

– Eu venho buscar vocês. Bom filme!
(Aqui, novamente, vocês imaginam minha cara)

Esperamos poucos minutos até nos sentarmos nos melhores lugares da enorme sala de projeção (ocupada por cerca de 15 pessoas), para visualizar o que antes era mera imaginação. Cada cena, cada fala, cada personagem. Era tudo tão perfeito. Tão especial. Combinamos de não olhar um para o outro nas cenas que (com certeza) nos fariam desidratar de tanto chorar. E cumprimos o combinado. Era como ler o livro novamente. Reviver (e rechorar) cada momento.

Na verdade, tenho pouco a dizer sobre o filme. Só sei que valeu a pena cada dia de espera, pois era tudo o que eu imaginei.

Quando saímos do cinema para esperar o carro vir nos buscar no horário combinado, nos pegávamos em silêncio, pensando. Eu sabia que ambos estavam pensando no filme que havíamos acabado de assistir. Era inevitável. Bastava olhar o céu estrelado acima de nós, tudo nos fazia lembrar.

Acho que por isso só hoje estou conseguindo escrever esta postagem. Precisei de todos esses dias para unir as letras, formar palavras, unir as palavras até formar frases e, por fim, escolher cada palavra e cada frase que formariam este texto. Pois ele deveria ser para mim tão especial e inesquecível quanto foi (quanto é, e sempre será) “A Culpa é das Estrelas”. Uma história que para mim tem a obrigação de ser eterna.


Nota: A foto não ficou muito boa, mas foi o melhor que eu consegui.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Fotografia #1

Acho que nunca dei sorte com câmeras. Todas as que já tive não eram muito boas. As fotos ficavam péssimas, apesar de eu ter uma boa visão quando o assunto é uma cena digna de ser fotografada. Meu sonho mesmo é conseguir comprar uma daquelas profissionais da NIKON, que tem a opção de ajuste manual. Acho que dá mais prazer em fotografar e posso chamar as fotos de minhas!

Outro sonho de consumo é uma Instax 8 Mini, uma câmera instantânea! O preço da câmera está em conta. Já o papel fotográfico dela... Não teria graça ter uma câmera dessa pra usar racionadamente.

Também tem a La Sardina, uma câmera lomográfica, que apesar de não ser instantânea, também é um sonho por ter filtros que podem ser aplicados ao flash no momento de tirar a foto e ainda tem um Design muito exclusivo, em forma de lata de sardinha. (Para conhecer a loja da La Sardina, clique aqui).

Enfim, o que quero contar mesmo é que no último sábado (31), depois de passar a manhã inteira me atualizando na leitura dos meus Blogs favoritos (e comentando cada um deles, claro!), saí atrasado (graças às minhas irmãs) para o ensaio com a orquestra em Petrópolis (RJ), uma cidade vizinha à minha. Mesmo atrasados, íamos, felizes e contentes, cantando no carro, quando, de repente, chegando ao pé da serra (aff!), um engarrafamento enoooormee!!

Uma carreta que transportava suco de cevada (cerveja) tombou e nos obrigou a ficar no trânsito extremamente lento por 3:30h (isso, em um trajeto que levaríamos, no máximo, 40 minutos). 

Tudo poderia ter sido um tédio, mas preferi não me render.

Continuamos cantando, conversando, rindo, tentei ler mais um pouco de "O Silêncio das Montanhas", mas só consegui ler um trechinho, porque estava mais divertido continuar no engarrafamento fazendo coisas que se fazem quando estamos em um engarrafamento. Peguei a câmera, fotografei a paisagem, tirei fotos nossas (que não vou postar, porque eu estava horrível naquele dia) filmei nossas brincadeiras dentro do carro. Chegamos lá quase 18:30h e não houve ensaio com a orquestra, mas só pelo tempo no carro, poderíamos chegar ao alto da serra e voltar para casa, pois o dia já havia valido a pena! Havia me divertido em pleno engarrafamento.

O restante do dia (ou melhor, da noite) também foi maravilhoso! 

Essas são as fotos que consegui tirar. Claro que dei uns pequenos ajustes no Photoshop, mas nada profissional. Foi esse o resultado:

 
 
 
  


1. O dia estava quente e ensolarado. Ainda estávamos no pé da serra quando tirei essa foto. 2. Achei essa árvore seca e sem folhas muito linda e simbólica (mesmo seca e aparentemente sem vida, isso é apenas uma estação para que a árvore possa novamente florescer e frutificar). 3. Essa casinha no meio do verde me deixou sem palavras. Que vontade de morar ali! 4. O sol começou a se pôr. 5. Ao longe, o horizonte com seus diferentes tons de cor. 6. Chamei essa foto de "The Flash", por lembrar daquele personagem dos quadrinhos. Já estava escuro quando chegamos próximo à entrada da cidade.