sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Está dando certo!


Há quanto tempo eu não posto alguma coisa aqui?! Meu Deus! Lembro que da última vez que me sentei à mesa de minha casa para dizer como me sentia, compartilhar minhas frustrações com vocês, minha vida tinha um foco de esperança, de tempos melhores que estavam por vir... Só não imaginava que tudo aconteceria tão rápido que eu não teria tempo de passar aqui para contar, ou não teria vontade de pausar tudo o que tenho vivido para tentar encontrar palavras que tentassem traduzir o que tenho vivido, pois creio que as palavras muitas vezes limitam a amplitude, a dimensão das coisas.

Estou feliz. Desde que comecei no emprego novo (após seis meses desempregado) tenho dado o melhor de mim. Acordando e dormindo muito cedo para conseguir dar conta de tudo com disposição. Me sinto valorizado no Colégio onde estou trabalhando e não sinto vontade de passar meu dia em outro lugar se não aqui, pois consigo dar conta de minhas atividades e ainda ter tempo de parar alguns minutos para escrever esse texto e fazer alguma outra coisa, como deveres da Pós-graduação. É... Eu comecei. Amanhã fazem quatro semanas desde que comecei a Pós. Nada planejado. Simplesmente aconteceu e tem dado certo. E como é bom encher a boca pra dizer isso: ESTÁ DANDO CERTO!

Cada dia trabalhado, tempo investido, problema resolvido, tudo é compensado por se estar feliz! É claro que apesar disso me sinto num pequeno estágio de bloqueio criativo em relação ao livro, mas não pensem que o prazo mudou. Independentemente de estar conseguindo escrever agora eu estou firme na data. Até Janeiro o livro precisa estar concluído, apenas para últimos reparos. É que a vida real está tão boa que não me sinto tentado a entrar na fantasia do que escrevo. Mas preciso voltar a forçar a imaginação!

Essa semana eu li um artigo com uma escritora tão jovem quanto famosa e ela dizia que se queremos ser bons escritores precisamos ler mais do que escrevemos. E isso eu tenho feito. Estou lendo todo o meu estoque de livros. Livros que antes eu abandonava, deixava lacrados no meu guarda-roupas, pelo simples fato de ter, agora estão sendo folheados (página por página) enquanto os leio. O mais recente foi "A Elite" (da série "A Seleção"), que deixou a desejar. Agora estou quase terminando "O ladrão do tempo" de John Boyne (autor de "O menino do Pijama listrado"), que está sendo o primeiro livro mais grosso que Harry Potter que eu já li. Estou adorando, mas doido pra terminar! Fazem duas semanas que comecei, mas parece uma eternidade.

Acho melhor parar por aqui, pois há tanto a se contar que vocês vão se cansar de tanto ler. Espero que o fato de estar demorando a postar aqui no Blog não os impeça de seguirem me apoiando nele, ok?! Desejo tudo de bom para todos!

Abração!!

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Me sentindo um escritor...


Não sei se foi por ter escrito um Post especial sobre a Sexta-feira 13 da última vez que postei aqui no Blog, mas, desde que o fiz o Blog está desatualizado. Contudo, sei que não é por conta de azar. Também sei que não é por falta de ideias, nem por falta de vontade de escrever. Na verdade, escrever é o que eu mais tenho feito por esses dias, desde bem antes do último Post. É que eu estou me dedicando ao meu primeiro livro oficial! (som de palmas).

Quando falo assim sinto que muita gente acha que é a emoção falando mais alto e que será só uma fase de um projeto que não vai dar certo (Juro que sinto quando as pessoas não acreditam em mim! JU-RO!), mas esse projeto já vem se desenvolvendo desde 2007, ou seja, cerca de sete anos, e com isso vem se aperfeiçoando à medida que eu mesmo venho me aperfeiçoando como escritor.

É claro que não sou um escritor perfeito! Vocês podem concluir isso pelos textos aqui do Blog, mas quando eu olho para o Douglas que escrevia há sete anos, sinto que está na hora de o livro ser finalizado. Antes, eu só tinha dois capítulos escritos. Capítulos que foram modificados e melhorados ao longo desses sete anos, mas desde o início deste ano (2014) escrevi até o capítulo 10, e estou revisando antes de prosseguir com a história. Mas a sensação é de que desta vez sai!

Há uns Posts atrás eu escrevi aqui sobre não ser o suficiente começar um projeto, e sobre a necessidade de concluí-los. Me dei o prazo de Janeiro de 2015 para a conclusão da história e, nem que eu passe noites em claro escrevendo, ele estará pronto no prazo!

O melhor de tudo é que tenho sido surpreendido com a aparição de pessoas que realmente se interessam pela história e que curtem meu jeito de escrever, que se identificam com personagens criados por mim e que leem minha história com a curiosidade de saber o que virá no capítulo seguinte! Isso me emociona!

Além de admiradores também tenho encontrado investidores. Pessoas que, por acreditar em mim, se comprometeram oficialmente a investir financeiramente com a quantia que for necessária para que a publicação do livro aconteça.

Não tenho palavras para explicar o que se passa na minha mente! Tudo o que eu quero é concluir a história e segurar meu livro nas mãos! Já tenho sonhado com a história, como se eu estivesse nos corpos das personagens! Isso é mágico! E está acontecendo comigo! Impossível descrever, portanto, não me peçam para fazê-lo (por favor!).

Só quero me desculpar se nessas idas e vindas eu precisar demorar um pouco entre uma postagem e outra, pois escrever aqui (mesmo que seja um prazer) demanda tempo e criatividade, o que eu preciso investir no livro neste tempo. Em breve postarei novidades aqui e, quem sabe, compartilhar com vocês a possibilidade de comprar um exemplar ou até mesmo de ganhá-lo. Respeito blogueiros sérios, porque eu sou um deles, né?!

No mais, peço para que torçam por mim com todas as suas forças, para que eu conclua essa história que, modéstia à parte, está incrível! Nem eu acredito que sou eu quem a estou escrevendo! É um presente vindo de Deus para mim!

Desejo a todos muita inspiração, criatividade e determinação para dar o primeiro passo para a realização de seus sonhos e projetos arquivados, para que possam experimentar essa surpresa que é ver tudo conspirando para que você veja seu sonho se tornar uma realidade, um projeto concluído!

Até o próximo Post!
Doug ;)

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Minha Sexta-feira 13


Há pouco eu olhei para o calendário e percebi que hoje é SEXTA-FEIRA 13!

Não sei por que alguém decidiu reservar logo a Sexta-feira 13 para ser um dia de azar, com tendência a trazer à existência coisas ruins. Até tentei descobrir a origem de tudo o que rodeia a "ocasião", mas as explicações que achei são tão idiotas que sequer merecem ser reproduzidas aqui.

O que sei é que na simples menção dessa data eu naturalmente lembro de filmes de terror, gatos pretos, algumas lendas urbanas - o que na minha opinião são a melhor parte das Sextas-feiras 13. Decidi então compartilhar algumas lendas que já me deram medo quando eu era criança. Desde já, aviso que não tem nada a ver com o Boneco do Fofão e o punhal que servia para segurar a cabeça, ou a Boneca da Xuxa (e seu pacto com o diabo) que mudava de posição para olhar as menininhas quando elas iam dormir.

Essas e muitas outras lendas (como a do Chupa-cabra, da Loira do Banheiro, e do Velho do saco) também já me deram medo, mas quero que conheçam minhas lendas particulares, que acho que só eu tinha medo! Então, preparem-se.

A PAMONHA
Por volta dos meus dois/três anos de idade, a tarde podia estar ensolarada e tranquila. Eu podia estar brincando alegremente com meus amiguinhos, ou com minha irmã mais velha. Porém, bastava ouvir, vinda da rua, aquela voz gritando: "OLHA A PAMONHA! OLHA A PAMONHA!". Eu corria desesperadamente e me escondia embaixo da mesa da cozinha. Não procurava por minha mãe ou pela proteção de nenhum outro adulto. Era como se a única coisa no mundo capaz de me proteger daquele monstro horrível, fosse a mesa da cozinha que, forrada por sua longa toalha, me escondia da PAMONHA. Cara! A voz só dizia "OLHA A PAMONHA", mas para mim, era "CORRA! SE ESCONDA! CUIDADO! A PAMONHA VEM AÍ!".

DONA JULIETA
Eu já era um pouco maior, com meus quatro/cinco anos e já tinha autorização dos meus pais para ir à casa do vizinho brincar. O vizinho morava nos fundos de uma vila e, para chegar à casa dele era preciso passar por um beco formado por outras casas. Em uma delas morava a Dona Julieta, uma senhora muito velha e de pele muito enrugada, de cabeços branquíssimos e voz rouca, que parecia voz de homem. Ela colocava cascas de ovos (desenhadas com carinhas sorridentes) em cima de uma planta chamada "espada-de-são-jorge". Além de eu já ter um medo natural diante de todas as características daquela mulher (e daquela casa), meu amigo ainda alimentava meu medo, dizendo que ela era bruxa, que já a tinha visto vestida com roupas de ritual e que aqueles ovos já haviam sido crianças que a perturbaram. O pior era quando, em meio às brincadeiras, ele dizia: "Cuidado para não acordar a Dona Julieta!".

A CASA DA TIA HÉLIA
Quando eu era criança, não me ligava muito em questão de lugares mal-assombrados. Mas, conforme fui crescendo, minha irmã (muito medrosa) começou a mostrar coisas que lhe davam medo, e o fato de ela falar, me faziam também ter medo. Um desses lugares era/é "A Casa da Tia Hélia", a irmã do meu pai, que mora no interior do Espírito Santo (num lugar que quando eu era criança não tinha sequer energia elétrica). O fato é que todos os velórios da família que morava no Espírito Santo eram feitos na sala daquela casa. O da minha avó, o do meu tio (irmão dela), meu tio (esposo dela). Esses são os que eu lembro. O pior é que além de eles serem velados no meio da sala (onde depois a gente tem que ficar), ela mantém retratos de cada pessoa que morreu expostos ao longo da casa. É sinistro! Uma vez eu acordei no meio da noite morrendo de vontade de ir ao banheiro, a casa estava um breu, porque ela apaga TODAS as luzes (parece até de propósito). Só sei que eu estava com tanto medo que preferi fazer xixi na cama do que encarar os defuntos da sala.

A "CHEIROSA"
Não lembro seu nome, sempre a conheci como "Cheirosa". Era uma mulher de meia-idade, desdentada, com um parafuso a menos que vivia de short curto e, de vez em quando mostrava os peitos na rua, em seus ataques de loucura. Ela vivia nos bares da vida. Os homens de lá sempre mexiam com ela e ela com uma voz esganiçada gritava e xingava. Quando a gente desobedecia, os adultos falavam: "Vou te levar na 'Cheirosa!'".

O NÊGO
Pra falar a verdade, quase não me lembro dele. Eu era muito novo. Só sei que era um andarilho negro, sujo e maltrapilho que vivia pelo bairro. Diziam que ele era o namorado da "Cheirosa", portanto, quando não nos ameaçavam de levar para ela, passavam a bola pro Nêgo: "Vou te levar pro Nêgo!". Ele era quase uma espécie de "Velho-do-Saco".

SEU MADRUGA
Na época em que comecei a ter medo do Sr. Madruga, eu não fazia ideia de que o ator (Ramón Valdes) já havia morrido desde 09 de agosto de 1988 - muito antes de eu nascer. Confesso que até hoje ainda sinto uns calos-frios, digo, calafrios quando vejo alguma foto/imagem dele sozinho no meio da noite. Não sei se tem alguma coisa por trás disso, mas é algo que me marcou muito na infância. O fato é que, certa vez, eu estava na casa da tia Hélia e tive uma espécie de sonho (que até hoje não sei dizer ao certo se foi sonho ou não). Eu e meu primo estávamos brincando no quintal dos fundos durante a tarde, a noite vinha chegando, mas ninguém havia acendido a luz da casa. Enquanto minha mãe e minha tia estavam na sala da casa, eu tive que voltar sozinho até o quintal para procurar meus chinelos e, quando olhei para o meio do mato, eu vi o Sr. Madruga na minha frente. Ele usava blusa preta e estava com cara de zangado.

O ABOMINÁVEL HOMEM DAS NEVES
Esse último é só uma consequência de ter medo do Sr. Madruga. Sempre tive medo desse episódio e até hoje não consigo assisti-lo sozinho. Só sei que aquela cara branca dele me mata de medo!

Pois é, conforme fui escrevendo, lembrei de muitas outras lendas e coisas que me davam medo na infância (entre elas, o "Quadro do Menino Chorando" - se quiser conhecer, clique aqui) mas o Post já está tão enorme, que me recuso a abusar de sua boa vontade em ler tudo. Só espero que tenham gostado e que tenham uma ótima SEXTA-FEIRA 13!

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Não basta começar, tem que terminar.


Acabei de assistir ao vídeo de uma cantora da qual sempre gostei, onde ela une sua vida, história, opiniões, sentimentos, trabalho e a concepção de seu primeiro CD solo, com canções (as quais ela chama particularmente) dela.

Ela diz que gerou aquele filho por dois anos, e as composições, muito bem pensadas e estruturadas nasciam especialmente em seus momentos de melancolia. Não se considera uma pessoa triste, mas aproveita a tristeza, os dias mais introspectivos, solitários, para criar suas lindas canções. Ela sabe aproveitar seus momentos. Tudo isso resultou em um álbum com a impressão digital, a identidade dela.

O fato de ela se referir aquele CD como um filho que nasceu, um projeto finalizado, um trabalho concluído, me deixou com muita vontade (quase uma necessidade) de seguir pelo mesmo caminho, compor minhas próprias canções, escolhendo cuidadosamente cada palavra, obedecendo ao ritmo de todo o processo, respeitando o tempo necessário para que nasçam todas as canções que comporiam meu primeiro projeto autoral, que futuramente poderia ser produzido e gravado em forma de CD.

Outro projeto, que me parece mais possível, mais próximo da minha realidade seria escrever meu livro. A escrita é um dom que se desenvolveu em mim ao longo dos meus anos de vida. As pessoas ao meu redor percebem minha habilidade para a escrita. Inclusive, ontem, recebi a notícia de que meu TCC recebeu a nota máxima e foi encaminhado para a Biblioteca da Faculdade. Nas palavras de uma amiga minha, "Um trabalho vai para a biblioteca de uma universidade/faculdade quando ele é considerado fonte de pesquisa necessária para acrescentar conhecimento à outras pessoas que buscarem algo na sua linha de estudos. É também escolhido por se tratar de conteúdo relevante e significativo para o assunto/tema. Ou seja, seu trabalho agora torna-se uma referência para todos os demais que precisarem consultar sobre o tema que você 'dissertou'".

Pra falar a verdade, eu também gosto muito do meu próprio jeito de escrever, e cheguei a um ponto onde é impossível ler qualquer livro (ou Blog) sem analisar as peculiaridades de cada escritor, elogiando as sacadas, criticando alguma coisa e me colocando em seu lugar, pensando: "Como eu escreveria caso aquela história fosse minha?". Isso, além de captar o que posso aproveitar do jeito como cada um escreve, para melhorar minha própria forma de escrever e assim, aos poucos, ir encontrando minha identidade como escritor.

Mas, antes de iniciar um novo projeto, um novo livro, dando vida a uma nova história, a novas personagens, me sinto numa dívida com os livros da minha irmã. São tantos anos aos quais venho inconstantemente ajudando-a a dar vida aos seus dois livros! Já me dediquei bastante a cada um deles. O que eu mais gosto, então, está no capítulo 10, e creio que também serão vistos como projetos concluídos dos quais eu fiz parte. Porém, sinto que preciso me dedicar novamente, inclusive, pedir opiniões, ajuda, modificar tudo e qualquer coisa se for preciso, para que ao final ele esteja perfeito para mim, concluído, sem mais nada a acrescentar.

Dei a mim mesmo como prazo para conclusão desses projetos (os dois livros da minha irmã) JANEIRO de 2015. Essa é minha meta final. E eu vou cumpri-la. Torçam por mim!

E vocês, têm seu próprio projeto?

sábado, 7 de junho de 2014

5/6

A quinta-feira amanheceu ensolarada, mas eu não vi. Acordei à tarde, quase na hora do almoço (vida de desempregado é assim). Havia ficado até muito tarde no bate-papo com minha sobrinha, Caren (de 15 anos), bolando planos e estratégias para conseguir assistir “A Culpa é das Estrelas” na estreia. No site do shopping da minha cidade não havia sequer sinal dele, e o segundo cinema mais próximo fica num lugar onde eu não sei ir e voltar de ônibus (não me arriscaria nem sozinho, muito menos com uma adolescente sob minha responsabilidade). Fomos dormir após o veredicto final de minha irmã (a mãe dela). Ela achou arriscado nos levar de carro devido ao horário (afinal, moramos no Rio de Janeiro), pois a sessão a qual eu poderia assistir começava às 22:00h e terminaria pouco após a meia-noite no tal cinema.

Assim que acordei naquela quinta-feira tão aguardada (5/6), liguei para o cinema da minha cidade como última esperança e fui informado de que o filme estava SIM em cartaz e que eu poderia comprar o ingresso antecipadamente pelo ingressos.com. Iupi! Ainda bem!! Afinal, pela Internet é a única forma de comprar ingressos usando o Cartão de Crédito (repetindo: estou desempregado). Mas, aquilo estava bom de mais para ser verdade. O fato é que o Site do Shopping estava com problema e não estava aparecendo no ingressos.com.

E agora? Como faria para comprar ingressos sem grana? Foi quando, de repente, recebi uma ligação (aquela ligação que muda a vida da gente – #exagero). Era o pai da minha sobrinha dizendo que havia depositado uma quantia para mim, de um livro que ele comprou de mim, há séculos. Era pouco mais que o suficiente para comprar o ingresso. Só tinha um problema: como garantir ingressos para as 21:45h (horário da última sessão no cinema da minha cidade)? Segundo expectativas, haveria uma disputa acirrada por ingressos, afinal, era A GRANDE ESTRÉIA de “A Culpa é das Estrelas”, e eu tinha um compromisso até as 21h.

Para minha alegria, minha sobrinha mais velha (Camila) disse que iria ao shopping por volta das 16h e que poderia comprar o ingresso para mim, mas houve uma mudança de planos e ela não foi. Por fim, eu desisti de ir à estreia de “A Culpa é das Estrelas”.

Iria ao meu compromisso e me conformaria em ter esperado tanto tempo em vão pelo dia 5/6, pois seria só mais um dia, o dia de uma estreia a qual eu não fui.
Foi aí que, de repente eu pensei: “Não! Eu preciso arriscar! Preciso correr até o shopping e, pelo menos, tentar comprar o ingresso para a estreia! Se não tiver eu volto pra casa, mas com a certeza de que ao menos tentei!”.

“EU VOU” – decidi.

Como eu voltaria de lá tarde, caso houvesse ingresso, preferi não levar a Caren, mas, quando eu ia saindo rumo ao shopping, minha irmã (a mãe dela) perguntou:

– Douglas, você vai ao cinema?
– Vou. – respondi.
– Você podia levar a Caren. – ela pediu.
– Não dá. É que... Eu vou voltar de lá tarde e fico com medo. Pode acontecer alguma coisa, sabe? – falei em tom de explicação.
– Eu levo vocês de carro.
(Aqui vocês imaginam minha cara)
Enfim, fomos.

O plano era: se não houver ingresso, a gente volta e vai embora.
Descemos do carro correndo e nos preparando psicologicamente para a fila quilométrica que nos aguardava, mas... Não havia fila alguma!

Compramos nossos ingressos e liberamos minha irmã para ir embora, mas ela disse:

– Eu venho buscar vocês. Bom filme!
(Aqui, novamente, vocês imaginam minha cara)

Esperamos poucos minutos até nos sentarmos nos melhores lugares da enorme sala de projeção (ocupada por cerca de 15 pessoas), para visualizar o que antes era mera imaginação. Cada cena, cada fala, cada personagem. Era tudo tão perfeito. Tão especial. Combinamos de não olhar um para o outro nas cenas que (com certeza) nos fariam desidratar de tanto chorar. E cumprimos o combinado. Era como ler o livro novamente. Reviver (e rechorar) cada momento.

Na verdade, tenho pouco a dizer sobre o filme. Só sei que valeu a pena cada dia de espera, pois era tudo o que eu imaginei.

Quando saímos do cinema para esperar o carro vir nos buscar no horário combinado, nos pegávamos em silêncio, pensando. Eu sabia que ambos estavam pensando no filme que havíamos acabado de assistir. Era inevitável. Bastava olhar o céu estrelado acima de nós, tudo nos fazia lembrar.

Acho que por isso só hoje estou conseguindo escrever esta postagem. Precisei de todos esses dias para unir as letras, formar palavras, unir as palavras até formar frases e, por fim, escolher cada palavra e cada frase que formariam este texto. Pois ele deveria ser para mim tão especial e inesquecível quanto foi (quanto é, e sempre será) “A Culpa é das Estrelas”. Uma história que para mim tem a obrigação de ser eterna.


Nota: A foto não ficou muito boa, mas foi o melhor que eu consegui.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Fotografia #1

Acho que nunca dei sorte com câmeras. Todas as que já tive não eram muito boas. As fotos ficavam péssimas, apesar de eu ter uma boa visão quando o assunto é uma cena digna de ser fotografada. Meu sonho mesmo é conseguir comprar uma daquelas profissionais da NIKON, que tem a opção de ajuste manual. Acho que dá mais prazer em fotografar e posso chamar as fotos de minhas!

Outro sonho de consumo é uma Instax 8 Mini, uma câmera instantânea! O preço da câmera está em conta. Já o papel fotográfico dela... Não teria graça ter uma câmera dessa pra usar racionadamente.

Também tem a La Sardina, uma câmera lomográfica, que apesar de não ser instantânea, também é um sonho por ter filtros que podem ser aplicados ao flash no momento de tirar a foto e ainda tem um Design muito exclusivo, em forma de lata de sardinha. (Para conhecer a loja da La Sardina, clique aqui).

Enfim, o que quero contar mesmo é que no último sábado (31), depois de passar a manhã inteira me atualizando na leitura dos meus Blogs favoritos (e comentando cada um deles, claro!), saí atrasado (graças às minhas irmãs) para o ensaio com a orquestra em Petrópolis (RJ), uma cidade vizinha à minha. Mesmo atrasados, íamos, felizes e contentes, cantando no carro, quando, de repente, chegando ao pé da serra (aff!), um engarrafamento enoooormee!!

Uma carreta que transportava suco de cevada (cerveja) tombou e nos obrigou a ficar no trânsito extremamente lento por 3:30h (isso, em um trajeto que levaríamos, no máximo, 40 minutos). 

Tudo poderia ter sido um tédio, mas preferi não me render.

Continuamos cantando, conversando, rindo, tentei ler mais um pouco de "O Silêncio das Montanhas", mas só consegui ler um trechinho, porque estava mais divertido continuar no engarrafamento fazendo coisas que se fazem quando estamos em um engarrafamento. Peguei a câmera, fotografei a paisagem, tirei fotos nossas (que não vou postar, porque eu estava horrível naquele dia) filmei nossas brincadeiras dentro do carro. Chegamos lá quase 18:30h e não houve ensaio com a orquestra, mas só pelo tempo no carro, poderíamos chegar ao alto da serra e voltar para casa, pois o dia já havia valido a pena! Havia me divertido em pleno engarrafamento.

O restante do dia (ou melhor, da noite) também foi maravilhoso! 

Essas são as fotos que consegui tirar. Claro que dei uns pequenos ajustes no Photoshop, mas nada profissional. Foi esse o resultado:

 
 
 
  


1. O dia estava quente e ensolarado. Ainda estávamos no pé da serra quando tirei essa foto. 2. Achei essa árvore seca e sem folhas muito linda e simbólica (mesmo seca e aparentemente sem vida, isso é apenas uma estação para que a árvore possa novamente florescer e frutificar). 3. Essa casinha no meio do verde me deixou sem palavras. Que vontade de morar ali! 4. O sol começou a se pôr. 5. Ao longe, o horizonte com seus diferentes tons de cor. 6. Chamei essa foto de "The Flash", por lembrar daquele personagem dos quadrinhos. Já estava escuro quando chegamos próximo à entrada da cidade.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

"Cidades de Papel" x "A Culpa é das Estrelas"


Atenção: A Resenha contém Spoilers.


Li "Cidades de Papel" logo após terminar de ler (e me apaixonar perdidamente por) "A Culpa é das Estrelas", então, creio que será inevitável fazer comparações, visto que minhas conclusões a respeito de ambos são opostoas.


Comecei a ler "Cidades de Papel" na euforia pós "A culpa é das Estrelas", livro que (como já disse) me cativou profundamente. Talvez, por isso, eu tenha ido com muita sede ao pote, criando muitas expectativas e a leitura, de certa forma, me "decepcionou".

Onde via esse livro, me sentia atraído pela capa, que sempre me chamava a atenção. Decidi que já estava na hora de comprar e ler.

Em "Cidades de Papel", John Green mantém seu jeito único e cativante de escrever, transportando o leitor a uma terceira dimensão, mas, diferente de "A Culpa é das Estrelas", não me senti envolvido pela história dos protagonistas (Quentin e Margo), que são estudantes do colegial de uma escola na Flórida. A vida e preocupações deles me pareceram muito fúteis se comparados com o que movia Hazel Grace e Augustus Waters em "A culpa é das Estrelas", a luta pela vida, por ser felizes no tempo que lhes resta juntos.

Como o livro é dividido em 4 partes (Prólogo, Parte 1, Parte 2 e Parte 3), eu avaliaria da seguinte forma:

Prólogo: Dá a ideia de que a história terá mistérios e falará sobre uma grande amizade.

Parte 1: A mais cheia de adrenalina e de ações impensadas e inesperadas pelo leitor.

Parte 2: Enrolação, chatice, futilidade típica de adolescentes norte-americanos, um adolescente sem sal nem açúcar alimentando um amor platônico por uma menina que nem liga pra ele.

Parte 3: Volta a ter adrenalina e ações impensadas e inesperadas pelo leitor. Não sei se achei uma das melhores partes por isso, ou porque depois dessa parte o livro finalmente ia acabar.

Após finalizar a leitura, comecei a pensar um pouco sobre o último capítulo, quando finalmente encontram Margo, na primeira reação dela e em tudo o que ela diz sobre o motivo que a levou a fugir de casa e percebi que me identifico com ela (mas isso só no último capítulo!). Ela queria exatamente fugir da vida e preocupações fúteis típicas de uma adolescente norte-americana que está no colegial.

Por fim, lendo esse livro, fiquei entre o GOSTEI e o ODIEI, mas como o John Green demorou muito para me fazer chegar à conclusão de que não era um simples livrinho adolescente, minha mente absorveu o ódio mais do que o amor por essa leitura. Mesmo assim eu indico, mas sugiro que leiam sem muitas expectativas. Assim, poderão se surpreender!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

23


Dentro de mim tem um adolescente. Não um adolescente qualquer. Ele está no auge de tudo o que tem para viver.

Não tenho síndrome de Peter Pan. Tenho é vivido a fase em que todo adolescente acha que já é um quase adulto e sonha em finalmente romper na vida, vivendo aquilo que sempre imaginou!

Ainda ontem, no facebook, alguém falou que gostaria de voltar dez anos no tempo, e eu pensei comigo: “Peraí! Há dez anos eu tinha treze... Não! Definitivamente, não queria voltar aos meus treze anos!”.

Eu estaria na 7ª Série, sendo zoado por quase todos na escola, alguém com muitos amigos mas que vivia trancado num quarto escuro: sua própria alma (como diz a canção). Um menino com medo de crescer e das responsabilidades que a vida poderia impor num futuro próximo.

Com esse histórico você pode pensar: “Cara, você tem síndrome de Peter Pan, sim!”. Só que não tenho, porque, aos 23 anos, eu não quero voltar à possível vida que eu teria aos treze, aos catorze, ou qualquer idade que eu pudesse ter! Pra falar a verdade, aos 23 eu não gostaria de voltar sequer aos 22! Porque tenho aprendido e conseguido viver de uma forma que a vida valha a pena ser vivida no hoje, pois meu passado valeu a pena já que o vivi intensamente, sem estar preso a outro momento senão aquele que eu estava vivendo ali.

O futuro? Nunca tive tanta certeza ou segurança sobre ele. Está completamente fora de qualquer possibilidade de previsão. Por isso eu o entreguei nas mãos de quem já o conhece: Deus! Ele é quem está lá (no futuro) me esperando, na linha de chegada e ao mesmo tempo aqui comigo, me dando forças para viver cada desafio do presente! Ele não se submete aos limites do tempo. Por que eu não confiaria n’Ele?

Hoje eu posso dizer que estou rompendo com meus medos, minhas inseguranças, incertezas e tudo o que possivelmente me prendia a possibilidade de frustração ou desventura. Estou sem medo de sonhar!

Pois é... É estranho fazer 23 anos.

Mas, se posso fazer uma promessa nesse dia é a promessa de viver enquanto estiver vivo.

Que meu passado produza em mim gratidão por tudo o que já vivi, porém que eu olhe para frente sempre, para a eternidade... que está logo ali.

Parabéns para mim!
Douglas ;)

sábado, 18 de janeiro de 2014

O Dilema do Diamante Negro

Acho que meus amigos e pessoas próximas de mim descobriram meu segredo para presentear quando estou com pouca grana... Chocolate! Para mim era infalível, afinal, nunca conheci alguém que não goste declaradamente de chocolate.  E todas as vezes em que sou presentado (em ocasiões menos importantes) ganho chocolate. O que eu adoro, apesar de ser um inimigo para minha busca pela boa forma! Haha!

Só que algo, de repente, começou a me intrigar e minha filosofia sobre a infalibilidade do chocolate começou a falhar. É que, depois que eu disse para alguém que o chocolate que eu menos gosto é o Diamante Negro, todo chocolate que eu ganho é (adivinhem): Diamante Negro!

Nada contra o diamante, muito menos contra o fato de ele ser negro. Tá! Vou contar o motivo... O gosto dele é ótimo, mas... Os flocos de açúcar que vêm nele cortam minha língua todinha! Daí, fico naquele dilema: Será que sentir a dor em virtude do prazer valeria a pena? Porque, como eu já disse, o chocolate em si é delicioso! Contudo, não consigo ficar separando os floquinhos de açúcar e, sinceramente, não acho que o sacrifício da dor valha o sabor! Hahaha!

Ontem mesmo ganhei um. (Aff!) É claro que, na hora, eu finjo que A-DO-REI o chocolate! E, realmente, a intenção de quem presenteia é o que me alegra. Pelo menos, educado eu sou, né? Só que quando chego em casa, nem dou bola pro coitado do chocolate. Talvez, se fosse outro chocolate eu já teria devorado! Mas, como é o Diamante Negro, ele está lá, fechadinho, intacto na minha geladeira. Nem ligo se algum de meus irmãos comer!

Pois bem, diante desse terrível e incessante dilema em minha vida, prefiro crer que seja provisão divina para que eu reduza a quantidade de doces para, quem sabe, voltar a emagrecer! Se você já me deu Diamante Negro alguma vez na vida, me perdoe o desabafo, mas saiba que se eu emagrecer, você colaborou com isso! Muito obrigado! Sigo vendo o copo meio cheio.

E vocês? Também são contra os flocos de açúcar do Diamante Negro? Têm alguma solução pra mim? Deixa aí nos comentários!

Abração e, até mais!

Douglas ;)

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Calor, frio e folhas em branco


Não sei se vocês sabem, mas eu detesto calor! Detesto verão! Detesto suar logo depois de tomar um banho gelado... Ou seja, moro no lugar errado! Nesse tempo, eu até pego um livro pra ler, mas quando sinto o vapor percorrer meu corpo todo de uma só vez, desanimo de me reclinar sobre as páginas e me concentrar em outro lugar que não seja onde eu estiver lendo.

O sofá de couro faz suar mais ainda! E haja roupa pra trocar a cada banho! Não funciono no calor, e é por isso que o Blog ficou mais de uma semana sem ser atualizado...


Só que hoje, para a alegria de "todos" e felicidade geral da Nação, choveu! Está chovendo e trovejando neste exato momento! Imaginem minha expressão de alta satisfação! Como eu amo a chuva! Como eu amo o vento fresco! Como eu amo o frio!

O frio me inspira, me faz ficar mais bonito, não apenas no que eu posso vestir, mas até minha pele melhora com o clima frio! Sem contar o cheiro! Por mais que a gente tome muitos (MUITOS!) banhos ao longo do dia, aquele grude de suor sempre fica depois de um tempo (Não é cheiro de "CC", é suor, entendam!). No frio me dá vontade de me trancar no quarto sob edredons e assistir a uma boa comédia romântica (daquelas que já assisti 500 vezes!), ou então ler um livro de uma tacada só. E, quem sabe, até adormecer sobre suas páginas, sem molhá-lo com o suor.

O frio me faz viajar e me dá vontade de escrever, inclusive no Blog! Prova disso é o fato de eu estar escrevendo agora, né?! Pois é... Hoje olhei minha agenda/diário e percebi que há muitas folhas em branco, pois não escrevo desde Domingo! (Que vergonha, meu Deus! Que vergonha!) Talvez seja porque minha vida tem se resumido a esperar a noite chegar na esperança de o calor passar (e ele quase nunca passa). Mas, sinto que alguma coisa nova (e boa) está pra acontecer...

Espero conseguir tirar o atraso nesse tempo chuvoso e fazer tudo o que eu não fiz nos dias quentes e modorrentos de calor. Sobre o "algo novo" que está para acontecer, eu prometo que quando vier, você saberão! Aguardem... Enquanto isso, me digam,  vocês referem o calor ou frio??

Até a próxima!

Douglas ;)


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Feliz dia do Leitor!!



Feliz dia do "Vou ler só mais esse capítulo"!! Daqueles que conseguem transformar poucas páginas em um universo inteiro... Daqueles que amam o planeta, mas não ligam tanto para as árvores quando sua função é produzir mais e mais livros! Enfim, Feliz dia do Leitor!!

Hoje é oficialmente o Dia Nacional do Leitor! Na verdade, todo dia é dia do leitor, né?! Eu mesmo sempre gostei de ler e, desde que aprendi, passei a ler tudo o que via pela frente. Meus primeiros livros eram pequenas histórias infantis que eu quase implorava aos meus pais para comprarem nas revistas da AVON. Hahaha!

Daí, vieram os livros escolares, com historinhas que introduziam a matéria de Língua Portuguesa e Redação. Eu viajava dentro da sala de aula e, em casa, lia todas as histórias antes mesmo de a professora explicar a matéria! Foi na escola que tive minhas maiores influências quanto a literatura (e nem me refiro aos livros paradidáticos que a professora de Português passava para comprar junto com os materiais escolares!).

As meninas mais populares da sala eram as mais inteligentes, apresentavam os melhores trabalhos e adoravam ler! Aos poucos, toda a turma foi sendo contagiada com "O Senhor dos Anéis""Harry Potter" e tantos outros livros que eram o maior sucesso por serem os lançamentos da época! (No caso de "O Senhor dos Anéis", me refiro ao filme, ok?). Chegamos até a escrever um livro (nunca publicado) com a turma! A mente de um leitor exala criatividade.

Pois bem, quando eu ia na Bienal do Livro, ficava louco querendo ter uma coleção, mas como meus pais não gostavam muito que eu lesse "todo tipo de coisa", eu ficava só na vontade, vendo meus amigos com suas prateleiras tortas de tão pesadas e suas mentes cheias de aventuras dos livros que liam. Contudo, presentes de aniversário eram livros! Presentes de Natal? Livros! E eu ainda tinha a chance de escolher! Também sempre gostei de dar livros de presente, querendo gerar novos leitores.

A leitora que mais me orgulho de ter gerado é a Caren, minha sobrinha. Sempre a influenciei! Às vezes, sem querer, mas quase sempre por querer querendo! Hoje, ela já me ultrapassou em quantidade de livros lidos e em rapidez de leitura. (Tá, eu confesso que nunca fui muito rápido para ler! Mas depois de grande melhorei).

Hoje continuo a pedir livros de presente, mas também compro meus próprios livros! Inclusive, todos aqueles que um dia foram meu sonho de consumo eu faço questão de ter.

Acho que se tivesse um lema, seria: "Que nunca faltem bons livros no mundo! E que haja sempre, pelo menos, um exemplar de cada um deles em minha casa".

Por fim, eu não poderia deixar de agradecer a você, leitor, que acompanha o Gota de Nanquim lendo, comentando e até criticando, porque isso me faz crescer como escritor e creio que te faz crescer (de alguma forma), como leitor. Saiba que você faz toda a diferença na existência do Blog e no desenvolvimento dele.

Espero ter ganho algum livro nessas promoções de editoras no Dia Nacional do Livro... Se ganhar, vocês saberão, ok?!

Abraço, galera! E até o próximo post!

Douglas ;)

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Pequenas Mudanças



Quem frequenta o Gota de Nanquim deve ter notado uma pequena mudança no cabeçalho. É... pequena mesmo! Eu confesso que abandonei o curso de Web Designer. Não tenho saco paciência com HTML e toda vez que tento fazer uma mudança, não fica do jeito que eu imaginava, daí, me limito a "invejar" os layouts dos Blogs que visito e ficar sonhando com o dia em que o meu será como eu realmente quero. (Se você é um dos blogueiros a quem visito, deve estar até se benzendo agora, né? Hahaha! Não precisa. Eu realmente admiro os layouts, mas tenho paciência para esperar pelo meu).

Já faz um tempo que quero mudar algumas coisas no visual do Blog, além dos recursos que o Blogger oferece, mas não consigo mesmo (Eu juro que tento!). E nesse início de ano novo, como quase todo mundo estava mudando drasticamente o próprio Blog, eu não quis ficar de fora e fiz o que consegui!

Desta vez, coloquei um pouco de cor no topo, já que o Blog é meio cinza, né?! Confesso que diante de minhas infindas limitações, fiquei até satisfeito com a pequena mudança. Espero que tenham gostado também e que, em breve, eu possa modificar tudo e deixar o Gota de Nanquim bem a minha cara (Quem sabe aparece por aí um(a) amigo(a) de bom coração que se prontifique a me ajudar... Hehe!).

Acho que é isso!

Beijos e abraços! Comentem!

Douglas ;D

Editado: Após a postagens, fiz mais algumas mudanças no cabeçalho.