sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Natal em Agosto?

Eu sei que ainda estamos em Agosto, mas eu estou no maior climão de Natal. Parece loucura, né? Eu também acho. Mas, não está sendo de propósito.

Tudo começou na casa da minha irmã, em Santa Catarina, quando fui visitar o Noah.

Minha sobrinha Caren, de 16 anos, nunca tinha ouvido falar do Dubsmach (Meu Deus! Em que mundo ela vive?!) e, depois que baixou os app no celular, a gente fez uma dublagem desta cena. Pra piorar, à noite a gente decidiu assistir "Meninas malvadas" pela milésima vez.

"Mas o quê 'Meninas malvadas' tem a ver com Natal?", você pode ter perguntado. Por nada além de uma apresentação tosca de "Jingle bell rock" que as meninas fazem vestidas de mamãe Noel (kkk... Nada a ver!)


O caso é que depois do filme eu comecei a sentir muita (mas, muita) vontade de ouvir música de Natal, com sinos, pandeirolas (ou seja lá o nome que aquele instrumento tem) e vozes em coro. Apesar de ouvir todos os demais álbuns da carreira da Mariah, eu nunca havia escutado nenhum de seus CDs de Natal, a não ser uma vez ou outra a famosíssima "All I want for Christmas is you"

Entrei no Spotify e dei de cara com o segundo álbum de Natal da carreira dela "Marry Christmas II you" e não consegui passar da primeira música ("Oh Santa!"). Achei tão ótima que coloquei pra repetir, repetir e repetir...  Logo baixei a "All I want..." e, apesar de não ser Natal, foi assim que entrei no clima natalino.



Em Abril do ano passado eu entrei numa livraria e comprei quase todos os livros que eu queria. Fiz uma fila de qual seria a ordem de leitura e a cumpri quase fielmente, exceto por um. "Deixe a neve cair", era um livro que eu queria ler em época de Natal. Coisa da minha cabeça, mas eu queria estar no clima pra desfrutar o melhor daquela leitura. Contudo, o Natal chegou e quem disse que eu estava a fim de ler esse livro? Entrei em uma ressaca literária profunda e ele ficou completamente encostado no meu armário.


Só que essa semana eu perdi (dentro de casa, acreditem!) o livro que estou lendo - "O menino do pijama listrado") - mas, como a ressaca literária passou e eu estava com muita vontade de ler um livro, tive que partir para outra leitura. Aproveitando o espírito natalino, não pensei duas vezes e resolvi lê-lo. Até que eu tô gostando...


Ontem, acessei este Blog, que trazia um Post (super fora de época, como este aqui) que falava sobre tipos de presente que não se deve dar em "Amigo oculto". Na lista estavam os seguintes itens:

  • Sabonete;
  • Perfume;
  • Chocolate;

Realmente, cara! Sabonete é um presente tão perecível e baratinho pra se dar de "amigo oculto"... Perfume é algo tão pessoal pra se dar de presente (a não ser que você conheça o gosto da pessoa) e chocolate a gente come e lá se foi o presente! Aliás, é Natal ou é Páscoa?

Eu não pude deixar de incluir naquela listinha os presentes que eu acho que ninguém deveria ganhar em "amigo oculto". São eles:
  • Potes de cozinha;
  • Roupa (igual ao perfume, acho que gosto é muito pessoal - já ganhei várias roupas que nunca usei);
  • Chinelo (uma vez eu ganhei um chinelo tão estranho - pareciam duas pranchas de surf - e ainda tive que usar pra agradar quem me deu);
  • Meias (é frustrante. Já ganhei de aniversário).

Pra completar a doideira natalina, ontem, voltando do trabalho eu vi pendurado na frente de um caminhão, um Papai Noel de pelúcia. Lembrei do dia em que eu estava tranquilamente fazendo as compras de Natal com meu pai e fui surpreendido quando olhei para a rua e vi uma pequena frota de caminhões de Natal da Coca-cola e fiquei rindo igual criança. Desde pequeno eu assisto, na televisão, os comerciais onde o Papai Noel desenhado atrás do caminhão pisca pro garoto. Fiquei emocionado, na hora.

Por fim, todo esse clima natalino que está me cercando, me levou a refletir sobre uma coisa: "E se fosse Natal todo dia?". A princípio, eu pensei que logo perderia a graça, pois se desgastaria com o passar do tempo. Mas, por outro lado, parece que no Natal as pessoas tendem a dizer o que elas gostariam de dizer ao longo de todo o ano, elas tendem a estar ao lado das pessoas que mais amam, a se reunir em volta de uma mesa para sorrir e deixar de lado as diferenças. Depois de um suspiro bem fundo, pensei: "Quem dera, se todo dia fosse Natal!".

Feliz Natal!




4 comentários:

  1. Também não sei dizer quantas vezes já vi Meninas Malvadas. Que filme! Único dvd de filme que já comprei na vida.

    "E se fosse Natal todo dia?". Isso me fez lembrar de um reality show sobre primeiros encontros com pessoas ~incomuns~ em que, num dos episódios que vi, o cara agia como se fosse o Papai Noel. Tipo, 100% do tempo. Ele deixou a barba branca crescer, só vestia trajes típicos natalinos, engordou um pouquinho e decorou a casa todinha para o Natal. Sempre tinha uma árvore de natal na sala dele. Então, acho que é possível viver com esse clima pra sempre. Aparentemente, não desgasta >.<

    Gente, eu adoro ganhar meia Hahahahahah É um dos presentes com menos possibilidade de eu não gostar e/ou ser inútil.

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  2. Meu álbum favorito de Natal é o do Michael Buble! Aliás, adoro o Bublé, ele é sensacional <3

    Seu post me lembrou um share que eu vi hoje no Facebook lembrando que faltam 20 sextas feiras para o Natal hahahahaha Eu adoro época natalina!

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  3. Amo o natal, é simplesmente a melhor época do ano. Seu texto foi tão fora de época, mas tão bom, porque me lembrei de uns natais passados com a minha avó, quando assisti Meninas Malvadas (sim, vovós também assistem esses filmes com os netos). Tô acompanhando o blog a partir de agora por causa desse post fora de época, porque amei isso

    http://umleitordeexatas.com

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